Tribunal de Justiça de MT

Vice-presidente representa Judiciário na posse da superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso

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A vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Erotides Kneip, representou o Poder Judiciário na solenidade de posse da nova superintendente Regional da Polícia Federal no Estado de Mato Grosso, delegada federal Lígia Neves de Aziz Lucindo. O evento foi realizado na manhã desta terça-feira (4), no auditório da Justiça Federal.
 
A delegada é a primeira mulher a ocupar o cargo no Estado e o fato foi comemorado pela desembargadora Maria Erorides. 
 
“Fico extremamente feliz por mais um órgão de Estado ser comandado por uma mulher que chegou ao cargo por seus méritos”, enalteceu Maria Erotides Kneip. O currículo da superintendente é impressionante, com uma carreira competente. Temos mulheres escolhidas por sua capacidade e competência, disputando espaços de poder de forma igualitária e paritária com homens. Ela foi escolhida por ter um currículo melhor, por ser produtiva e eficiente.”
 
 
 

#Paratodosverem

Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: fotografia colorida registrando o pronunciamento da delegada. Ela está em pé, no pupito, segurando o micrfone. Ao lado, na mesa de honra, a desembargadora, ladeada por demais participantes. 
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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