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Verde Novo distribui mudas de árvores em evento no Parque Tia Nair em Cuiabá

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Desde 2017, o Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Programa Verde Novo, distribui mudas de árvores frutíferas e nativas do Cerrado durante eventos públicos realizados tanto pelo próprio Poder Judiciário, quanto por instituições públicas e/ou privadas, dos mais variados segmentos. Desta vez, o Verde Novo disponibilizou 100 mudas de árvores que serão distribuídas no evento “Uniasselvi no Parque”. A ação social será realizada no sábado (29 de junho), a partir das 16h, no Parque Tia Nair, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá.
 
A proposta é conscientizar as pessoas sobre a importância do plantio de árvores, tanto para o meio ambiente, quanto para a melhoria na qualidade de vida de um modo geral. A atividade, que está sendo organizada pela universidade, ofertará atendimentos nas áreas de Saúde e orientações na área de Direito e também apresentação cultural.
 
Os atendimentos ofertados serão: aferimento de pressão arterial, teste de glicemia, avaliação de IMC (Índice de Massa Corporal) e Bioimpedância, além de orientações jurídicas.
 
Participam professores (as) e alunos (as) dos cursos de Direito, Enfermagem, Nutrição e Educação Física, além de colaboradores (as) de todos os polos de Cuiabá.
 
Programa Verde Novo
 
O Verde Novo foi criado em 2017, pelo desembargador Rodrigo Curvo, então como um projeto, o Programa Verde Novo surgiu vinculado ao Juizado Volante Ambiental de Cuiabá e, atualmente, está ligado ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso, tendo o magistrado fundador como seu gestor executivo. Desde 2017, o Verde Novo proporcionou à população cuiabana mais de 190 mil árvores nativas e frutíferas, considerando aquelas que foram doadas para moradores ou plantadas em parques, praças e escolas.
 
A importância de plantar árvores
 
São inúmeros os benefícios de se plantar uma árvore. Soma-se mais um, se a árvore for frutífera. Nas cidades, a arborização é fundamental para manter um ambiente mais puro e equilibrado, com a redução da poluição e dos ruídos. As árvores agem diretamente na redução da temperatura e da velocidade dos ventos, além de influenciarem no balanço hídrico. São fundamentais para a sobrevivência de várias espécies vegetais e animais silvestres que vivem nas cidades como pássaros, insetos e até macacos.
 
Quando tiver a oportunidade, plante uma árvore!
 
Marcia Marafon
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Comissão de Soluções Fundiárias delibera sobre processos e visitas técnicas em conflitos fundiários

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A Comissão Regional de Soluções Fundiárias do Poder Judiciário de Mato Grosso realizou nesta segunda-feira (18), a segunda reunião ordinária de 2026 para análise de processos relacionados a conflitos fundiários urbanos e rurais em diferentes regiões do Estado. O encontro ocorreu de forma híbrida, com participação por videoconferência de representantes de instituições parceiras e presencial na sala de reuniões da Corregedoria-Geral da Justiça, em Cuiabá.

De acordo com a juíza auxiliar da Corregedoria e membro da Comissão, Myrian Pavan Schenkel, no encontro os integrantes deliberaram sobre relatórios produzidos a partir de visitas técnicas realizadas pela Comissão em áreas de conflito fundiário, além de definir novos processos que passarão a ser acompanhados ao longo de 2026.

“Neste encontro analisamos dois processos um de Sorriso e o outro de Poxoréu. Uma análise qualificada dos conflitos, observando as especificidades sociais de cada caso. Além disso, a Comissão sempre tem uma atuação com foco na contribuição de soluções pacíficas e humanizadas, levando em conta a realidade das famílias envolvidas e a necessidade de articulação entre os órgãos públicos e instituições parceiras”, afirmou a magistrada.

Entre os casos analisados esteve o conflito fundiário envolvendo o Assentamento Pé no Chão, localizado na zona rural de Sorriso. O relatório apresentado apontou que a área possui ocupação consolidada, com utilização para moradia, agricultura familiar e criação de animais, além da presença de famílias em situação de vulnerabilidade social. A Comissão deliberou pelo encaminhamento do caso para o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), manutenção do acompanhamento institucional e atualização do cadastro social das famílias.

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Outro processo debatido foi o da Comunidade Nova Primavera, localizado no município de Poxoréu. Conforme o relatório técnico apresentado, a ocupação possui características de consolidação urbana informal, com presença de infraestrutura básica e organização comunitária entre os moradores. A Comissão também deliberou pela continuidade do acompanhamento do caso, a busca de soluções consensuais com encaminhamento ao Cejusc e atualização do cadastro social das famílias.

Também foram definidas novas visitas técnicas em processos acompanhados pela Comissão, além da inclusão de outros casos para análise e acompanhamento futuro.

Histórico – A Comissão Regional de Soluções Fundiárias foi instituída em novembro de 2022, com base na decisão proferida na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 828, do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso.

Em julho de 2023, o Provimento TJMT/CM n. 23 regulamentou a criação e a atuação da Comissão no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso, em cumprimento à Resolução CNJ n. 510/2023.

Desde sua criação, a Comissão realiza visitas técnicas em áreas de litígio e produz relatórios de apoio operacional aos magistrados responsáveis pelos processos nas comarcas, buscando soluções consensuais e a minimização dos impactos sociais em casos de reintegração de posse e despejo coletivos.

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Compõem a Comissão como membros titulares os magistrados: Myrian Pavan, Alex Nunes de Figueiredo, Eduardo Calmon de Almeida Cézar e Jorge Lafelice dos Santos. A Comissão ainda é presidida pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote e conta com a participação da juíza da 2ª Vara de Direito Agrário de Cuiabá, Adriana Sant’Anna Coningham, de órgãos públicos e entidades da sociedade civil como agentes convidados.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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