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Tribunal de Justiça entrega mais de 7 toneladas de papel para Associação de Reciclagem

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Mais de 7,3 toneladas de papel foram doadas pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para a Associação de Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis Mato Grosso Sustentável (Asmats), nesta quarta-feira (17 de julho). O material é oriundo das Comarcas de Porto dos Gaúchos, Nova Ubiratã, Primavera do Leste e Lucas do Rio Verde e estava armazenado no Arquivo Central do Poder Judiciário, localizado na Avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá.
 
A gestora administrativa do Arquivo Central, D’Arc Lucimar Fialho de Arruda, explica que a doação é respaldada por um termo de cooperação existente desde 2019 entre o Tribunal e a Asmats. Além disso, os documentos encaminhados para descarte seguem requisitos previstos no Projeto de Gestão Documental e Arquivística do TJMT.
 
“O Arquivo é responsável por receber esses materiais que chegam das comarcas para descarte. E esses materiais são doados para a associação que tem convênio com o Tribunal de Justiça. Então eles recebem esse material e depois eles passam para uma outra empresa, que é responsável por fazer a reciclagem. Então, todo esse material já veio das comarcas com as suas tabelas de temporalidade aplicadas, com suas publicações de editais de eliminação e de ciência, tudo conforme a norma de Gestão Documental e Memória”, informa.
 
A presidente da Asmats, Icleide de Jesus Basílio, afirma que a doação chegou em boa hora e vai ajudar muito as famílias associadas. “É muito importante porque isso nos ajuda muito! A gente paga contador, paga despesas do barracão, compra alimentação. Tem que tirar um pouquinho pra cada um. Hoje mesmo, estava pensando que preciso pagar um documento e não tinha dinheiro. Temos essa parceria com o Tribunal desde 2019 e a gente pretende continuar”, afirma.
 
O descarte responsável de papel é uma das formas que o Judiciário Estadual pratica a sustentabilidade, garantindo não somente a destinação correta de resíduos recicláveis e gerando renda para famílias que trabalham na associação. Em 2023, mais de 15 toneladas (15.189,351 quilos) de documentos foram destinados à Asmats para a reciclagem.
 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem:n foto colorida que mostra a carroceria de um caminhão estacionado na calçada do Arquivo Central, carregado de bags com caixas de papel. Uma mulher e um homem, usando camiseta verde da Associação de catadores, e um servidor do Tribunal, usando camiseta azul marinho, estão carregando as caixas. Segunda imagem: foto colorida mostrando diversas caixas na entrafa do arquivo central. Duas pessoas estão colocando as caixas na carroceria do caminhão.
 
Celly Silva  
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT  
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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