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Seleção para assistente social e psicólogo em Cotriguaçu tem resultado retificado

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A classificação do processo seletivo para credenciamento de assistente social e psicólogo que atuarão na Comarca de Cotriguaçu foi atualizada. A medida garante a continuidade da prestação de serviços especializados que auxiliam no atendimento à população nos diversos segmentos da Justiça de Primeira Instância em Mato Grosso.

A retificação foi publicada pelo Edital nº 5/2026, assinado pela juíza de Direito e diretora do Foro da comarca, Gezicler Luiza Sossanovicz Artilheiro. O documento altera o resultado anteriormente divulgado no Edital nº 3/2026, referente ao teste seletivo destinado ao credenciamento de profissionais das áreas de Assistência Social e Psicologia.

Na área de Serviço Social, foram classificados César Augusto dos Santos, em primeiro lugar, e Gerciana Bispo Gonçalves Nascimento, em segundo, ambos para cadastro de reserva. Já na área de Psicologia, Bruna Cristina de Souza Silva foi classificada em primeiro lugar, enquanto Dalila Mateus Gonçalves ficou em segundo, também para cadastro de reserva.

O edital informa ainda a desclassificação de candidatos que não atenderam aos requisitos estabelecidos no processo seletivo, como ausência de documentos obrigatórios ou apresentação de certidões fora do prazo previsto.

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A seleção tem a finalidade de credenciar profissionais para prestar serviços técnicos que contribuem para a análise de demandas judiciais e para o atendimento mais humanizado às partes envolvidas nos processos.

O edital completo está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) da última terça-feira (24 de março), na página 11.

Autor: Adellisses Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Círculos de Construção de Paz fortalecem diálogo e transformam convivência nas escolas de Sinop

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Os Círculos de Construção de Paz têm fortalecido a cultura do diálogo e da convivência respeitosa nas escolas de Sinop (481 km de Cuiabá). Com a participação de professores, gestores e coordenadores, a iniciativa já soma mais de 760 círculos registrados no sistema do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
Baseada na Justiça Restaurativa, a metodologia promove escuta qualificada, fortalecimento dos vínculos e construção coletiva de soluções para desafios do ambiente escolar. Além de prevenir conflitos e violências, estimula habilidades socioemocionais, como empatia, cooperação, responsabilidade, autocontrole e respeito às diferenças.
A expansão do programa ocorreu a partir de um Termo de Cooperação Técnica entre o Poder Judiciário, a Secretaria Municipal de Educação e a Rede Estadual de Ensino. Atualmente, 105 professores, coordenadores pedagógicos e gestores escolares atuam como facilitadores da metodologia.
A juíza coordenadora da Justiça Restaurativa em Sinop, Débora Caldas, destaca que os facilitadores são os protagonistas da iniciativa. Segundo ela, cada círculo representa uma oportunidade de prevenir conflitos, combater o bullying e fortalecer vínculos, contribuindo para formar uma geração mais preparada para o diálogo e para a construção da paz.
A articuladora das Redes Municipal e Estadual de Ensino em Sinop, Elisangela Santos, afirma que os círculos já fazem parte da rotina das escolas, fortalecendo vínculos, ampliando os espaços de escuta e favorecendo o desenvolvimento socioemocional dos estudantes.
A gestora judiciária do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Sinop, Silvana Cavalcanti, ressalta que os resultados são fruto da atuação conjunta entre o Poder Judiciário, as redes de ensino e os profissionais da educação, com apoio permanente à formação e ao acompanhamento das escolas.
Para o juiz coordenador do Cejusc Sinop, Cristiano Fialho dos Santos, a Justiça Restaurativa amplia a atuação do Judiciário ao levar a cultura do diálogo para o ambiente escolar, fortalecendo a convivência e promovendo relações mais saudáveis.
Os impactos também são percebidos pelos professores facilitadores. Carmen Inês Botton, da Escola Estadual Rosa dos Ventos, afirma que os círculos oferecem aos estudantes um espaço seguro para serem ouvidos, fortalecendo a empatia, a comunicação não violenta e a resolução pacífica de conflitos. Na Escola Municipal Aleixo Schenatto, Djordana Cecília Bombarda destaca que a metodologia melhora as relações entre os alunos e favorece a aprendizagem. Já Luzineide Barboza de Sousa, da Escola Municipal Rodrigo Damasceno, relata que os encontros se tornaram um ambiente de acolhimento para estudantes que encontram na escuta ativa um espaço para expressar sentimentos, angústias e dificuldades.

Autor: Roberta Penha

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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