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Prosa Legal: Dislexia ou TDAH — quando ler também é uma barreira?

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A Rádio TJMT liberou no Spotify o episódio 02 da temporada “Justiça Acessível e Inclusiva.” E traz uma pergunta para reflexão: 👉 e quando ler também é uma barreira?
Para muita gente, a leitura é algo automático. Mas, para quem convive com dislexia ou TDAH, a realidade é diferente. Para essas pessoas, compreender um texto pode ser um verdadeiro desafio.
Neste episódio, a psicóloga Gisele Ramos de Castilho Teixeira explica essas dificuldades e como elas aparecem no dia a dia. A barreira pode surgir quando a pessoa troca letras, se perde no meio do texto ou não consegue manter o foco até o final da leitura. Tudo isso impacta diretamente o bem-estar.
Vamos pensar no próximo episódio: por que é importante conhecer as barreiras? Quando entendemos melhor as dificuldades, conseguimos buscar soluções que promovem cuidado com a saúde mental e inclusão para todos que visitam o site de informações.
E já fica o spoiler 👀
Na quinta-feira, 23 de abril, tem o terceiro e último episódio da temporada, “Tecnologia: Oi, prazer, sou a Rybená.” O Tribunal de Justiça de Mato Grosso adotou a ferramenta que torna a leitura dos textos do site do TJMT acessível a todos os públicos. Não perca!

Autor: Elaine Coimbra

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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