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A Rádio TJMT iniciou a programação destacando o trabalho do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo do TJMT, o GMF. O grupo é supervisionado pelo desembargador Orlando de Almeida Perri.

A equipe passou pelos municípios de Comodoro, Pontes e Lacerda, Mirassol d’Oeste e Cáceres, acompanhando de perto a situação do sistema carcerário e socioeducativo nessas localidades. Confira os detalhes.

De segunda a sexta-feira, repórteres da Rádio TJMT entram ao vivo na Rádio Justiça, em Brasília, diretamente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, com dois links diários: às 7h30 da manhã e às 5 da tarde. Confira uma dessas participações.

Outro destaque em rede nacional foi a decisão que vai levar a júri popular o motorista acusado de provocar um acidente com três mortes no município de Vera.

A Rádio TJMT também publicou entrevistas que destacam ações do Judiciário voltadas à inclusão e à conscientização social.

📌 Entrevista: Pontos de Inclusão Digital ampliam acesso da população à Justiça em Sinop

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A iniciativa facilita o acesso de cidadãos aos serviços do Judiciário, principalmente para quem não tem internet ou dificuldade em utilizar plataformas digitais.

📌 Entrevista | Vai além do símbolo: mensagem de reflexão sobre a proteção das mulheres

A instalação do banco gigante vermelho no Tribunal provoca reflexão e reforça a importância do enfrentamento à violência doméstica.

📻 A Rádio TJMT também está na TRT FM 104.3 com o programa Estação TJ, ao vivo, de segunda a sexta, das 16h às 18h.

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Autor: Elaine Coimbra

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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