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Natal de alegria marca a vida de crianças e adolescentes acolhidos em Sinop

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crianças e adolescentes participam de atividade recreativa ao ar livre durante a festa de Natal, com brincadeira de espuma e presença do Papai Noel.Dezoito crianças e adolescentes acolhidos nas casas de acolhimento e em famílias acolhedoras da comarca de Sinop participaram de uma festa especial de Natal marcada por alegria, integração e solidariedade. A comemoração foi realizada sábado (13), no Centro Social Menino Jesus.

A iniciativa foi organizada pelo Grupo de Adoção Laços de Amor de Sinop, com apoio do comércio local e da população, que contribuíram com a arrecadação de brinquedos distribuídos durante o evento.

A programação contou com a presença do Papai Noel, entrega de presentes e momentos de recreação. O Corpo de Bombeiros Militar também participou da ação, levando um caminhão com espuma, que garantiu a diversão das crianças e adolescentes.

Para a juíza da Vara da Infância e Juventude de Sinop, Melissa de Lima Araújo, ações como essa reforçam a importância do cuidado e da proteção integral. “Proporcionar momentos de afeto e alegria é fundamental para fortalecer vínculos e garantir às crianças e adolescentes o direito de viver experiências positivas e cheias de esperança”, destacou.

A celebração demostra o compromisso da rede de proteção da comarca de Sinop com o bem-estar das crianças e adolescentes em situação de acolhimento, promovendo um Natal mais humano e acolhedor.

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Autor: Assessoria de Comunicação

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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