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Magistratura como missão: José Zuquim chega aos 40 anos de dedicação à Justiça

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Quando escolheu a magistratura, o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira, sabia que a caminhada exigiria coragem, serenidade e compromisso. Agora, com 40 anos de carreira completados, o magistrado lembra com orgulho os passos de uma trajetória alicerçada na dedicação ao serviço público e ao fortalecimento do Poder Judiciário de Mato Grosso.

Engajado na missão de aproximar a Justiça do cidadão, Zuquim celebra quatro décadas de uma carreira marcada pela sensibilidade para ouvir pessoas, ajudando a transformar positivamente histórias dentro e fora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). A vida de entrega à magistratura é o símbolo de quem foi além da pura e simples vocação e abraçou o comprometimento diário com a Justiça e com as pessoas que dependem dela.

A carreira teve início em dezembro de 1985 e, desde então, aprendeu a lidar com realidades sociais diversas, contribuindo para os avanços na prestação judicial. Ao longo dos 40 anos, esteve nas Comarcas de Sinop, Cáceres, Barra do Garças e Cuiabá, desenvolvendo um trabalho marcado pela proximidade com a comunidade e pela busca constante de soluções que vão além dos processos judiciais.

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“A magistratura me ensinou acima de tudo a escutar. Escutar as pessoas, suas dores e as realidades diferentes. Ao longo desses anos, compreendi que julgar não é apenas decidir, mas assumir responsabilidade sobre vidas. E é essa consciência que me acompanha desde o primeiro dia e segue guiando minhas escolhas”, afirma Zuquim.

Defesa ambiental

A atuação em defesa do meio ambiente também é destaque na carreira do magistrado. Por 17 anos esteve à frente do Juizado Volante Ambiental (Juvam), onde liderou ações que levaram a Justiça para além dos gabinetes. O compromisso com a sustentabilidade e a proteção do meio ambiente rendeu reconhecimento nacional ao conquistar, em 2004, o I Prêmio Innovare – O Judiciário do Século XXI, na categoria Juizado Especial.

“O cuidado com o meio ambiente sempre foi, para mim, uma extensão do dever constitucional de proteger a vida. Levar a Justiça para perto da sociedade, especialmente em temas ambientais, foi uma forma de mostrar que o Judiciário pode ser educativo, preventivo e transformador. Então, foi uma experiência que marcou profundamente minha trajetória”, completa o magistrado.

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Gestão Diamante

Eleito presidente do TJMT em outubro de 2024, Zuquim chega às quatro décadas de magistratura reforçando valores que o acompanharam desde o início. A visão inovadora, aliada à responsabilidade com a transparência, foram fatores importantes para que o TJMT conquistasse, neste ano, o primeiro Selo Diamante de sua história. O selo é uma das maiores honrarias entregues pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aos tribunais brasileiros.

“Chegar aos 40 anos de magistratura exercendo a Presidência do Tribunal é motivo de gratidão e responsabilidade. Fiquei extremamente feliz em ter contribuído para a chegada do nosso Selo Diamante, mas ciente de que as conquistas não são individuais. São resultados do esforço coletivo de magistrados e servidores comprometidos com a Justiça”, enfatiza.

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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