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Magistrados e servidores do TJMT celebram Selo Diamante recebido do CNJ

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Em ato simbólico, magistrados e servidores celebraram o Selo Diamante conquistado no Prêmio CNJ de Qualidade 2025 conquistado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a premiação reconheceu a eficiente atuação do Judiciário de Mato Grosso, o colocando entre os tribunais nacionais que melhor atendem a população.
Na sexta-feira (5), o presidente do Judiciário mato-grossense, desembargador José Zuquim, apresentou o troféu recebido do CNJ, juntamente com a vice-presidente do TJMT, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, o corregedor-geral desembargador José Luiz Leite Lindote, e o ouvidor-geral desembargador Rodrigo Roberto Curvo.
“É o primeiro da história do nosso tribunal e é resultado do esforço conjunto de magistradas, magistrados, servidoras e servidores que sustentam a credibilidade da Justiça em nosso estado. Não é uma mera honraria, mas sim um selo que coloca o TJMT entre os melhores do país e nos lembra da responsabilidade de mantermos esse nível”, disse o presidente.
A vice-presidente do Poder Judiciário de MT, desembargadora Nilza Pôssas de Carvalho, destacou o orgulho em receber o prêmio. “Foi a primeira vez que recebemos essa premiação e isso aconteceu graças ao trabalho de todos. A união fez com que conseguíssemos alcançar esse importante reconhecimento”
O ouvidor-geral do TJMT, desembargador Rodrigo Roberto Curvo, também celebrou a conquista. “É uma honra estar como ouvidor-geral diante da conquista do selo diamante. Um momento histórico para o Tribunal de Justiça, para todas as comarcas e unidades do Poder Judiciário de Mato Grosso”, afirmou.
Para o corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, o Selo Diamante é uma conquista que representa o trabalho em conjunto desenvolvido na Justiça de Mato Grosso. “O trabalho de todos ajudou a lapidar esse diamante que hoje eleva o TJMT ao reconhecimento como o segundo melhor tribunal do país em nossa categoria e o quarto do Brasil”, enfatizou.
A apresentação ocorreu durante o Encontro Anual da Magistratura e Mato Grosso, no Auditório Gervásio Leite, na sede do TJMT, em Cuiabá.
Sobre o Prêmio – Criado pelo Conselho nacional de Justiça, o Prêmio CNJ de Qualidade reconhece os tribunais que mais se destacam no país. A avaliação considera governança, produtividade, transparência e tecnologia, com a participação de todos os tribunais brasileiros, exceto do Supremo Tribunal Federal.
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Autor: Bruno Vicente

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Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Comissão de Soluções Fundiárias delibera sobre processos e visitas técnicas em conflitos fundiários

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A Comissão Regional de Soluções Fundiárias do Poder Judiciário de Mato Grosso realizou nesta segunda-feira (18), a segunda reunião ordinária de 2026 para análise de processos relacionados a conflitos fundiários urbanos e rurais em diferentes regiões do Estado. O encontro ocorreu de forma híbrida, com participação por videoconferência de representantes de instituições parceiras e presencial na sala de reuniões da Corregedoria-Geral da Justiça, em Cuiabá.

De acordo com a juíza auxiliar da Corregedoria e membro da Comissão, Myrian Pavan Schenkel, no encontro os integrantes deliberaram sobre relatórios produzidos a partir de visitas técnicas realizadas pela Comissão em áreas de conflito fundiário, além de definir novos processos que passarão a ser acompanhados ao longo de 2026.

“Neste encontro analisamos dois processos um de Sorriso e o outro de Poxoréu. Uma análise qualificada dos conflitos, observando as especificidades sociais de cada caso. Além disso, a Comissão sempre tem uma atuação com foco na contribuição de soluções pacíficas e humanizadas, levando em conta a realidade das famílias envolvidas e a necessidade de articulação entre os órgãos públicos e instituições parceiras”, afirmou a magistrada.

Entre os casos analisados esteve o conflito fundiário envolvendo o Assentamento Pé no Chão, localizado na zona rural de Sorriso. O relatório apresentado apontou que a área possui ocupação consolidada, com utilização para moradia, agricultura familiar e criação de animais, além da presença de famílias em situação de vulnerabilidade social. A Comissão deliberou pelo encaminhamento do caso para o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), manutenção do acompanhamento institucional e atualização do cadastro social das famílias.

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Outro processo debatido foi o da Comunidade Nova Primavera, localizado no município de Poxoréu. Conforme o relatório técnico apresentado, a ocupação possui características de consolidação urbana informal, com presença de infraestrutura básica e organização comunitária entre os moradores. A Comissão também deliberou pela continuidade do acompanhamento do caso, a busca de soluções consensuais com encaminhamento ao Cejusc e atualização do cadastro social das famílias.

Também foram definidas novas visitas técnicas em processos acompanhados pela Comissão, além da inclusão de outros casos para análise e acompanhamento futuro.

Histórico – A Comissão Regional de Soluções Fundiárias foi instituída em novembro de 2022, com base na decisão proferida na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 828, do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso.

Em julho de 2023, o Provimento TJMT/CM n. 23 regulamentou a criação e a atuação da Comissão no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso, em cumprimento à Resolução CNJ n. 510/2023.

Desde sua criação, a Comissão realiza visitas técnicas em áreas de litígio e produz relatórios de apoio operacional aos magistrados responsáveis pelos processos nas comarcas, buscando soluções consensuais e a minimização dos impactos sociais em casos de reintegração de posse e despejo coletivos.

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Compõem a Comissão como membros titulares os magistrados: Myrian Pavan, Alex Nunes de Figueiredo, Eduardo Calmon de Almeida Cézar e Jorge Lafelice dos Santos. A Comissão ainda é presidida pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote e conta com a participação da juíza da 2ª Vara de Direito Agrário de Cuiabá, Adriana Sant’Anna Coningham, de órgãos públicos e entidades da sociedade civil como agentes convidados.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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