Tribunal de Justiça de MT

LGBTQIAPN+: curso fortalece atendimento humanizado e combate a violações de direitos

Publicado em

Como o Judiciário pode atuar de forma mais acolhedora, respeitosa e eficaz diante das demandas da população LGBTQIAPN+?

Essa é a reflexão provocada no curso “O papel do Judiciário no enfrentamento a violações de direitos de grupos vulneráveis: estratégias para o atendimento humanizado e respeitoso ao público LGBTQIAPN+”, que segue com inscrições abertas na Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT).

A formação, ofertada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi desenvolvida para qualificar magistrados(as), servidores(as) e colaboradores(as) no enfrentamento de situações de discriminação, violência e exclusão social, promovendo uma atuação institucional mais alinhada aos direitos humanos e às normativas vigentes.

Ao longo das 30 horas de curso, os participantes terão acesso a conteúdos que abordam desde a construção histórica dos direitos da população LGBTQIAPN+ até práticas concretas de atendimento humanizado, incluindo o combate à violência transfóbica, o papel dos órgãos públicos e os desafios relacionados à ausência de dados e políticas públicas.

A modalidade EAD autoinstrucional permite flexibilidade uma vez que o participante pode estudar no seu ritmo, com acesso ao conteúdo 24 horas por dia, por meio da plataforma Moodle da Escola dos Servidores.

Leia Também:  Inscrições abertas para curso gratuito do STJ sobre equidade racial

💡 Além de conhecimento técnico, o curso promove um olhar mais empático e consciente sobre o papel do Judiciário na garantia da dignidade e do acesso à Justiça para todos.

👉 Inscreva-se agora e fortaleça uma Justiça mais inclusiva e respeitosa

Autor: Talita Ormond

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Tribunal de Justiça de MT

Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

Published

on

Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

Leia Também:  Contas de água acima da média são anuladas após perícia técnica em Primavera do Leste

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA