Tribunal de Justiça de MT

Contadora elogia a praticidade de audiência de conciliação para rever pensão alimentícia

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O segundo vídeo da série ‘A Conciliação Mudou Minha Vida’, do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), do Tribunal de Justiça, conta a história da contadora Letícia de Carvalho. “Estamos felizes. Foi uma coisa muito boa pra gente”, sublinhou a profissional liberação que conseguiu, por meio de audiência de conciliação, estabelecer revisão no percentual da pensão alimentícia da filha.
 
Letícia de Carvalho ficou surpresa com a agilidade e facilidade para solucionar a situação. A contadora disse que entrou em contato com o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), da Comarca de Sorriso (420 Km ao norte de Cuiabá), e o caso foi resolvido de forma rápida e prática.
 
“Em pouco tempo recebi a informação de que a audiência de conciliação estava marcada. Foi em fevereiro deste ano. A gente acessou o ambiente virtual, e a conciliadora explicou como seria aquela sessão e do que se tratava. E assim pudemos resolver a questão de forma pacífica e tranquila”, sublinhou a contadora.
 
Letícia de Carvalho faz questão de dizer no vídeo que a conciliação mudou a vida dela.
 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: print de tela, mostrando uma pessao sentada, ela está olhando para a camera e falando sobre sua experiência.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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