Tribunal de Justiça de MT

Comarca de Nova Ubiratã abre processo seletivo para prestação de serviço voluntário

Publicado em

A Comarca de Nova Ubiratã (428 km de Cuiabá), por meio do Edital nº 03/2024-NUBO, abre inscrições para interessados (as) em prestar serviço voluntário nos cargos de Assessor Voluntário (a) e Assistente Voluntário (a). São oferecidas seis vagas para atuação no Gabinete e na Secretaria da Vara Única, e na Central de Administração do Fórum.
 
A carga horária é de 20 horas semanais, pelo prazo de um ano, podendo ser prorrogado. Haverá treinamento para os selecionados (as). O serviço voluntário não é estágio e sua prestação é incompatível com o exercício a advocacia e com a realização de estágio em escritório ou sociedade de advogados.
 
INSCRIÇÃO – É gratuita e deverá ser realizada entre os dias 05 de fevereiro e 01 de março, por meio do endereço eletrônico: Protocolo Administrativo Virtual – PAV, disponível em https://pav.tjmt.jus.br/geracao-protocolo, devendo selecionar o protocolo destino “Comarcas > Nova Ubiratã”. A inscrição também pode ser feita presencialmente no Fórum de NovaUbiratã, localizado na Avenida Presidente Tancredo Neves, 1131, Centro.
 
REQUISITOS – Pode prestar serviço voluntário a pessoa física maior de 18 anos e que pertença a pelo menos uma das seguintes categorias: ser estudante ou graduado em Direito, Administração, Ciências Contábeis, Economia, Comunicação Social, Arquivologia, Biblioteconomia, Letras, Ciência da Computação, Sistemas de Informações ou em qualquer outra área de interesse do Tribunal. Ser membro da sociedade civil com atuação nas áreas de Educação, Cultura ou Desporto. Ser servidor aposentado do Poder Judiciário de Mato Grosso, detentor de formação na área de interesse à prestação do serviço.
 
 
Marcia Marafon
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Secretaria Municipal de Saúde publica edital de processo seletivo simplificado para contratação imediata de médicos em Cuiabá; seletivo para médicos e dentistas continua valendo

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Tribunal de Justiça de MT

Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

Published

on

Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

Leia Também:  Itaúba divulga resultado do Processo Seletivo para Credenciamento de Conciliador

Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

Leia Também:  CNJ reconhece potencial do Projeto Hannah e avalia expansão nacional da IA do TJMT

Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA