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Cáceres promove conscientização sobre autismo com programação diversificada

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Arte institucional do TJMT Inclusivo destaca capacitação e conscientização em autismo. Em fundo lilás, traz ilustração colorida de criança com peça de quebra-cabeça e anuncia programação em Cáceres no dia 26/09.A programação da quarta edição do “TJMT Inclusivo: Capacitação e Conscientização em Autismo”, que acontece nesta sexta (26) no Fórum de Cáceres, oferece um cronograma diversificado e abrangente sobre o Transtorno do Espectro Autista. As atividades começam às 8h com a cerimônia inaugural e formação da mesa diretiva, contando com a participação da desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, que preside a Comissão de Acessibilidade e Inclusão, e do juiz José Eduardo Mariano, diretor do Fórum de Cáceres.

Às 9h, acontece a primeira dinâmica, intitulada “Ei… que você sabe sobre o autismo? É verdade ou mentira?”, conduzida pela poetisa e escritora Ceila Monica Silva Ferraz Alencastro de Moura, com o objetivo de desmistificar conceitos sobre o TEA.

Às 9h20, Nicolas Brito Sales, que é autista, ativista, escritor e fotógrafo, apresentará o tema “Lugar de autista é onde ele quiser estar”, compartilhando sua experiência pessoal e visão sobre inclusão. Em seguida, às 10h, Anita Brito, doutora em neurociências e especialista em autismo, abordará o tema “Inclusão social e neurodiversidade”.

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A última palestra do período matutino será às 11h10, com o Dr. Marino Miloca, neurologista pediátrico, que abordará “Autismo: Atualizações e impactos na sociedade”, trazendo as mais recentes descobertas e seus reflexos sociais.

Após o intervalo do almoço, a doutora Audrey Ribeiro, que é médica psiquiatra, dará início às atividades do período vespertino, a partir das 14h, com a palestra “Compreendendo o tratamento do autismo: caminhos e possibilidades”, explorando as diferentes abordagens terapêuticas disponíveis.

Washington Hedder de Vasconcelos, servidor do TJMT, ministrará às 15h a palestra “Desmistificando o autismo: Um olhar acolhedor”, oferecendo uma perspectiva humanizada sobre o tema. Às 16h, a servidora Adriana Ferreira de Souza e sua filha, Maria Clara Souza Campos, vão compartilhar suas experiências sobre o dia a dia de uma pessoa com o espectro autista.

O encerramento das atividades acontece às 17h, com a abordagem do tema “TEA sob a ótica dos Tribunais: alguns casos”, apresentado pelo Dr. Antônio Veloso Peleja Júnior, juiz auxiliar da Vice-Presidência do TJMT, e pela Dra. Renata do Carmo Evaristo Parreira, juíza de Direito do TJMT, que abordarão casos práticos da jurisprudência.

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Este evento híbrido, realizado presencialmente no Fórum de Cáceres e transmitido via plataforma Teams, é uma iniciativa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso para promover conhecimento especializado sobre o autismo entre magistrados, servidores, profissionais da saúde e educação, familiares e toda a comunidade interessada. O evento também será transmitido pelo YouTube.

Autor: Roberta Penha

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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