Xiaomi 13 Ultra tem tela melhor que dos smartphones concorrentes
O Xiaomi 13 Ultra , smartphone topo de linha lançado pela Xiaomi nesta semana, supera o iPhone 14 Pro Max e o Galaxy S23 Ultra, seus principais concorrentes, no que diz respeito ao brilho de tela.
O celular da Xiaomi supera a Samsung e a Apple ao ser lançado com pico máximo de brilho de 2.600 nits. A taxa máxima do Galaxy S23 Ultra é de 1.750 nits, enquanto a do iPhone 14 Pro Max é de 2.000 nits.
O investimento da fabricante chinesa na tela do Xiaomi 13 Ultra se deu, sobretudo, porque o smartphone é muito focado em fotografia, então a tela precisa entregar os detalhes capturados pelas imagens.
O Xiaomi 13 Ultra traz sensor principal de uma polegada com abertura que varia entre f/1.9 f/4.0, tornando a experiência mais dinâmica e as fotografias mais profissionais. A lente principal tem 50 MP, assim como as outras três que a acompanham: uma telefoto, uma super teleobjetiva e uma ultralarga.
Além da boa tela e excelentes especificações de câmeras, o Xiaomi 13 Ultra também tem processador poderoso, já que foi lançado com o Snapdragon 8 Gen 2, o mais avançado da Qualcomm até o momento.
Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.
Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.
Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.
De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.
Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.
Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.
Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.
O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.