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Versão mais barata do Galaxy S23 deve ser lançada em julho, diz rumor

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Galaxy S23 FE é versão mais simples e barata do smartphone
Divulgação/Samsung

Galaxy S23 FE é versão mais simples e barata do smartphone

A Samsung deve lançar em julho o Galaxy S23 FE, versão mais simples e barata da linha de smartphones premium da fabricante sul-coreana. Depois da marca não lançar a versão FE do Galaxy S22, havia especulações de que o mesmo poderia acontecer com o Galaxy S23, mas vazamentos recentes indicam que a novidade deve chegar ao mercado em breve.

O objetivo da Samsung seria lançar o smartphone intermediário antes da nova leva de celulares dobráveis, que deve chegar em julho. Segundo rumores, a ideia é levantar as vendas de smartphones, já que o desempenho dos modelos premium está abaixo do esperado pela companhia.

A linha FE, ou Fan Edition (Edição dos Fãs), traz os principais recursos da linha principal, aqueles mais queridos pelos usuários, mas com desempenho mais fraco, barateando o smartphone. A Samsung já lançou smartphones desta linha duas vezes: o Galaxy S20 FE e o Galaxy S21 FE.

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De acordo com vazamentos, o Galaxy S23 FE virá equipado com processador Exynos 2200, o mesmo do Galaxy S22. Ele terá, ainda, 8 GB de memória RAM, 256 GB de armazenamento interno e bateria de 4.500 mAh. As câmeras traseiras devem ser de 50 MP.

O preço do smartphone ainda não foi vazado, mas é possível ter uma ideia olhando para as versões anteriores. O Galaxy S21 FE, por exemplo, chegou ao mercado brasileiro por R$ 4.499.

Analistas de mercado já apontam que a Samsung deve ser cautelosa ao precificar o Galaxy S23 FE, já que celulares intermediários da própria marca trazem configurações interessantes por preço bem mais baixo – como o Galaxy A54, que tem preço oficial de R$ 3.399.

Fonte: Tecnologia

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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