Linda Yaccarino defende medida adotada por Elon Musk
A nova CEO do Twitter, Linda Yaccarino, defendeu nesta terça-feira (4) o limite de publicações imposto pela rede social no final de semana. “Quando você tem uma missão como o Twitter, você precisa fazer grandes movimentos para continuar fortalecendo a plataforma”, escreveu ela.
A defesa de Linda veio após a novidade causar bastante polêmica na rede social, recebendo muitas críticas dos usuários. No sábado (1º), Elon Musk anunciou que usuários não pagantes poderiam ver apenas 600 publicações por dia no Twitter – mais tarde, ele ampliou o limite para mil. Pagantes podem ver 10 mil posts, enquanto novos usuários podem ver apenas 500.
Em nota, a empresa disse que a medida é temporária e afeta “uma pequena porcentagem de pessoas que usam a plataforma”. De acordo com o Twitter, o objetivo da limitação de uso é “detectar e eliminar bots e outros agentes mal-intencionados que estão prejudicando a plataforma”.
A empresa afirma que não poderia ter alertado os usuários previamente porque isso faria com que atores mal-intencionados tivessem tempo para mudarem seus comportamentos e não serem identificados.
Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.
Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.
Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.
De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.
Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.
Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.
Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.
O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.
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