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UE: Meta recebe multa recorde de € 1,2 bilhão por violar lei de dados

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Meta é multada na União Europeia
Unsplash/Dima Solomin

Meta é multada na União Europeia

A Meta, empresa dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, foi multada nesta segunda-feira (22) em € 1,2 bilhão (o equivalente a R$ 6,5 bilhões, em conversão direta) na Irlanda por descumprir o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês) da União Europeia. Essa é a maior multa já aplicada para um processo deste tipo no bloco.

A multa veio do órgão irlandês de proteção de dados porque a sede da Meta na Europa fica em Dublin, mas a penalidade se refere a infrações da GDPR no bloco todo. A Meta foi condenada por enviar dados dos usuários europeus do Facebook para serem tratados e armazenados nos Estados Unidos.

A investigação do caso teve início ainda em 2020, e a Meta já tinha sido determinada a parar de compartilhar os dados de europeus com os EUA, o que não foi cumprido.

Agora, além da multa bilionária, a empresa também terá cinco meses para suspender qualquer transferência futura de dados pessoais para os EUA e seis meses para excluir dados pessoais de europeus compartilhados ilegalmente dos seus bancos de dados nos EUA.

Em nota, a Meta disse que a multa é “injustificada e desnecessária”, e afirmou que está recorrendo da decisão. A empresa alega que seus serviços podem ser prejudicados caso o compartilhamento de dados entre União Europeia e EUA acabe.

“Sem a capacidade de transferir dados entre fronteiras, a Internet corre o risco de ser dividida em silos nacionais e regionais, restringindo a economia global e deixando os cidadãos de diferentes países incapazes de acessar muitos dos serviços compartilhados dos quais passamos a depender”, afirmou a Meta. “Estamos apelando dessas decisões e buscaremos imediatamente a suspensão dos tribunais que podem suspender os prazos de implementação, dados os danos que essas ordens causariam, inclusive aos milhões de pessoas que usam o Facebook todos os dias”, completou a empresa.

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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