A criptografia das mensagens diretas (DMs, na sigla em inglês) do Twitter, que começou a ser testada nesta semana , funciona apenas para usuários pagantes da rede social.
A criptografia permite que apenas o remetente e o destinatário de uma mensagem tenham acesso ao seu conteúdo, o que significa que ele não é armazenado nem mesmo nos servidores do próprio Twitter.
A função, que traz mais privacidade aos usuários, só pode ser usada se as duas pessoas envolvidas na conversa (a novidade ainda não funciona para grupos) tiverem contas verificadas.
Atualmente, as únicas formas de ter uma conta verificada é fazer parte de uma empresa verificada ou pagar a assinatura do Twitter Blue, que custa até R$ 60 por mês no Brasil.
No Twitter, as DMs não serão criptografadas por padrão, como acontece, por exemplo, no WhatsApp. Para usar o recurso de segurança, os usuários precisam ativá-lo em cada conversa que desejarem.
Segundo Elon Musk, CEO do Twitter, o objetivo é que a rede social não consiga ter acesso às mensagens dos usuários mesmo se houver uma arma apontada para suas cabeças. Por enquanto, porém, os testes das DMs criptografadas não oferecem tamanha segurança.
A empresa afirmou que a novidade pode conter falhas, e o próprio Musk alertou: “testem o recurso, mas ainda não confiem nele”.
A empresa prometeu que, até o final do ano, vai “abrir o código de nossa implementação e descrever a tecnologia em profundidade”, oferecendo mais transparência.
Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.
Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.
Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.
De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.
Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.
Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.
Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.
O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.
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