O CEO do Telegram, Pavel Durov, anunciou nesta segunda-feira (26) que a plataforma vai ganhar Stories a partir de julho. De acordo com ele, o recurso vai ser diferente do existente em outras redes sociais, embora as ferramentas anunciadas sejam bastante parecidas.
“Há anos, nossos usuários nos pedem para implementar Stories no Telegram. Inicialmente, éramos contra isso, pois os Stories já estão por toda parte. No entanto, o Telegram não seria Telegram se não escutássemos nossos usuários e não inovássemos nos formatos existentes. Por isso, lançaremos os Stories em breve – no jeito Telegram”, escreveu Durov.
A principal diferença entre os Stories do Telegram e os presentes em outras redes sociais é o tempo em que uma publicação fica disponível. No mensageiro, será possível escolher se um conteúdo ficará no ar por seis, 12, 24 ou 48 horas. Além disso, também vai dar para postar Stories permanentes, que ficam para sempre no perfil.
Os resto das funções anunciadas pelo Telegram, porém, são similares aos Stories do Instagram ou de outras plataformas: controle sobre quem pode ver uma publicação; possibilidade de ocultar Stories de determinados usuários; ferramenta de legendas; e suporte para câmera dupla. Confira como será a novidade:
Mais fácil viralizar
Outra funcionalidade anunciada por Durov é que será possível compartilhar publicações de canais nos Stories, divulgando tanto o conteúdo quanto o canal em si. “Tornar-se viral no Telegram ficará muito mais fácil”, escreveu o CEO da plataforma.
Esse recurso pode ampliar preocupações já existentes a respeito da possibilidade de conteúdos perigosos viralizarem na plataforma. O Telegram já foi alvo de investigações no Brasil por manter grupos e canais que disseminam desinformação e conteúdos violentos. A novidade anunciada nesta segunda pode ajudar a amplificar esses canais.
Copiou o WhatsApp?
Os Stories chegam ao Telegram bastante atrasados em relação a outras plataformas digitais. O formato, que surgiu com o Snapchat e ganhou fama com o Instagram, já está presente em quase todas as redes sociais e mensageiros – inclusive no WhatsApp, principal concorrente do Telegram.
Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.
Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.
Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.
De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.
Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.
Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.
Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.
O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.
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