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Rádio NPR sai do Twitter após ser marcada como ‘do governo’ por Musk

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Elon Musk
Felipe Freitas

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A conta da National Public Radio, com quase nove milhões de seguidores, deixou de publicar no Twitter desde a última terça-feira (4), após o dono da rede social, Elon Musk , classificar a empresa como “afiliada do governo dos Estados Unidos”. A tradicional rádio norte-americana tinha o selo ouro, dado às organizações oficiais no Twitter.

Desde que foi marcada como tal, a conta deixou de publicar. O diretor-executivo da NPR, John Lansing, disse que a decisão do Twitter era “inaceitável” e decidiu abandonar a rede social.

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Essa marcação é comum em contas de governos autocratas, como o da Rússia e da China, que se apropriam dos meios de comunicação para divulgar notícias com viés político favorável.

A rádio convidou os 8,8 milhões de seguidores a acompanharem suas notícias em “qualquer outro veículo”.

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“Deixamos de tuitar na conta principal da @NPR depois que colocaram essa etiqueta falsa, porque cada tuíte que publicamos deveria mostrá-lo”, disse Isabel Lara, porta-voz da NPR, à agência AFP.

Outras contas administradas pela NPR, como suas contas temáticas sobre música e política, não tinham a especificação de “afiliação estatal”, e continuaram publicando seus respectivos tuítes.

Este é mais um ataque de Musk a veículos de notícias. Na última semana, o The New York Times perdeu o selo de verificação e foi classificado como “diarreia” pelo bilionário.

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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