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Comitê pede que Meta investigue se algoritmo aumenta desinformação

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Meta terá que analisar como algoritmo influencia na disseminação de desinformação
Unsplash/Dima Solomin

Meta terá que analisar como algoritmo influencia na disseminação de desinformação

O Comitê de Supervisão da Meta recomendou nesta quinta-feira (20) que a empresa faça uma análise sobre a possibilidade da arquitetura do Facebook e do Instagram ajudar a amplificar a desinformação. A recomendação é de que o algoritmo, o feed de notícias e demais recursos das redes sociais sejam analisados.

O pedido faz parte de uma lista de 18 recomendações que o Comitê deu à Meta, após a empresa pedir para o órgão analisar a forma como ela atua no combate à desinformação sobre a Covid-19. O Comitê é um órgão independente criado pela Meta que analisa as ações da companhia.

Além de pedir uma análise sobre o algoritmo das redes sociais, o Comitê também recomendou que a Meta continue moderando conteúdos falsos sobre a Covid-19, pelo menos enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) continuar classificando a doença como uma emergência de saúde pública internacional.

O órgão, porém, se mostrou decepcionado com a negativa da Meta a respeito de um pedido para que a empresa agisse de forma mais regionalizada na moderação de conteúdo, levando em consideração o contexto de cada país que utiliza o Facebook e o Instagram.

“A Meta insistiu que isso não poderia ser feito sem prejudicar a clareza e a equidade para os usuários e aumentar significativamente os erros de aplicação da política. As preocupações da Meta têm cabimento. No entanto, ao excluir essa opção, a Meta frustrou as inciativas do Comitê de reconciliar pontos de vista opostos de partes interessadas e membros do Comitê sobre a melhor forma de abordar desinformação sobre a Covid-19 e, ao mesmo tempo, respeitar os direitos humanos, especialmente o de liberdade de expressão”, afirma o Comitê.

Outras recomendações do órgão foram que a Meta aumente a transparência sobre solicitações de governos a respeito da remoção de publicações sobre a Covid-19 e que modere conteúdos com mais equidade.

Fonte: Tecnologia

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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