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Musk diz ser ‘muito doloroso’ comandar o Twitter e não descarta venda

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Elon Musk fala sobre sua rotina no comando do Twitter
Imagem: Reprodução/Instagram. Montagem: Dimítria Coutinho/iG

Elon Musk fala sobre sua rotina no comando do Twitter

Elon Musk afirmou nesta quarta-feira (12) que tem sido “muito doloroso” administrar o Twitter, e que venderia a companhia se achasse o comprador certo para ela.

“O nível de dor tem sido extremamente alto, não tem sido nenhum tipo de festa”, declarou Musk, em entrevista à BBC. “Não tem sido entediante. Tem sido uma montanha-russa”, completou.

Mesmo admitindo ter uma rotina muito estressante, comentando que dorme de vez em quando no escritório do Twitter, Musk disse não se arrepender de ter comprado a rede social, reforçando que foi a coisa certa a ser feita.

Desde que o bilionário assumiu a empresa, o Twitter tem permanecido entre os assuntos mais polêmicos do universo da tecnologia. Isso porque Musk tomou algumas decisões questionáveis, como demitir cerca de 75% dos funcionários da companhia e extinguir o selo de verificação por relevância , além de cobrar por serviços básicos de segurança e interação .

Pesquisas já mostram que, durante a gestão de Musk, a desinformação e o discurso de ódio cresceram no Twitter, sobretudo por conta da diminuição da moderação de conteúdo causada pelos cortes de funcionários.

Na entrevista à BBC, porém, Musk avaliou positivamente sua gestão. Segundo ele, as coisas estão indo “razoavelmente bem”, os anunciantes voltaram à plataforma e “o site funciona”. Além disso, o bilionário afirmou haver menos desinformação no Twitter agora do que quando ele adquiriu a empresa.

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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