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Instagram vai cobrar R$ 80 mensais por selo de verificação no Brasil

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Instagram terá assinatura paga
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Instagram terá assinatura paga

Assim como o Twitter, a Meta vai passar a cobrar dos usuários do Facebook e do Instagram uma assinatura mensal para fornecer o selo de verificação em suas contas. No Brasil, o valor chegará a R$ 79,90 por mês.

Por enquanto, a assinatura, chamada de Meta Verified, ainda não está disponível no país, mas os usuários já podem entrar em uma fila de espera. A reportagem checou que os preços variam de acordo com o sistema operacional e com a rede social. Veja:

  • Instagram no iOS – R$ 79,90 por mês
  • Instagram no Android – R$ 77,90 por mês
  • Facebook no iOS – R$ 79,90 por mês
  • Facebook no Android – R$ 69,90 por mês
  • Facebook no PC – R$ 69,90 por mês

Além do selo de verificação, a assinatura também dará aos usuários pagantes acesso a suporte direto com atendentes em casos de problemas e aumento de visibilidade em suas publicações.

De acordo com a Meta, as pessoas que já têm selo obtido por relevância antes da chegada da assinatura não perderão a verificação neste primeiro momento.

Para realizar a assinatura, é preciso ter ao menos 18 anos e passar por um processo de verificação, que inclui enviar uma foto de um documento e fazer uma selfie de vídeo.

Fonte: Tecnologia

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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