Samsung Galaxy S23 Ultra é o mais bem avaliado da marca
O Galaxy S23 Ultra é o celular premium da Samsung mais bem avaliado de todos os tempos, de acordo com pesquisa realizada pela plataforma de recomendação de produtos PerfectRec.
De acordo com o estudo, que analisou 388 mil comentários de clientes nos últimos 13 anos, a linha Galaxy S23 reverteu uma queda de popularidade que a Samsung vinha enfrentando nos últimos anos com sua linha Galaxy S, de smartphones topo de linha.
Desde que foi lançada em 2010, a linha Galaxy S teve uma tendência de alta na popularidade até 2016, quando o Galaxy S7 atingiu 76% de avaliações cinco estrelas entre os consumidores. De lá para cá, o número foi caindo, chegando a 61% com o Galaxy S22, no ano passado.
O Galaxy S23, por sua vez, superou a queda dos últimos anos e marcou 75% de avaliações cinco estrelas.
O grande destaque da linha é o modelo Galaxy S23 Ultra, que teve 86% de avaliações cinco estrelas, a maior taxa já registrada para um Galaxy S em toda a história da linha da Samsung.
Gráfico mostra evolução de diferentes modelos da linha Galaxy S
De acordo com a análise do PerfectRec, a boa pontuação da linha Galaxy S23 se deve, sobretudo, a melhorias na bateria e no processador. Neste ano, a Samsung não vendeu modelos da linha Galaxy S23 com chipset Exynos, adotando o Snapdragon 8 Gen 2, da Qualcomm, em todo o mundo. O processador próprio da marca, utilizado em vários países, gerava muitas críticas por parte dos usuários.
A melhoria na popularidade dos celulares da Samsung chega em momento propício, quando o iPhone 14 atingiu a pior popularidade dos últimos anos, com 72% de avaliações cinco estrelas, menor taxa desde 2017.
“Nossa pesquisa sugere que o iPhone 14 não atendeu às expectativas de muitos consumidores”, disse o fundador e CEO da PerfectRec, Joe Golden. “Se você deseja substituir um iPhone mais antigo, talvez este seja o ano para dar uma olhada mais de perto no Galaxy S23”.
Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.
Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.
Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.
De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.
Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.
Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.
Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.
O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.
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