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40% dos celulares vendidos no Brasil são Samsung; Apple passa Motorola

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Galaxy S23 e S23 Plus
Divulgação/Samsung

Galaxy S23 e S23 Plus

A Samsung foi responsável por 40,71% das vendas de smartphones no Brasil em abril deste ano, de acordo com estimativas da StatCounter. A fabricante é a líder absoluta no país, tendo bastante margem frente às demais.

Geralmente, o segundo lugar é ocupado pela Motorola, mas o cenário foi invertido em abril, quando a Apple ultrapassou a concorrente. No mês, a dona do iPhone vendeu 20,77% dos smartphones no país, enquanto a Motorola vendeu 19,99%.

A virada veio após a Apple aumentar suas vendas entre março e abril, indo de 15,67% de participação de mercado para mais de 20%. Em março, a Motorola foi responsável por 22,6% das vendas de celulares no Brasil.

Em quarto lugar, aparece a Xiaomi, em cenário estável. A fabricante chinesa teve 12,83% de fatia de mercado em abril. Em quinto lugar, aparece a LG (3,23%), que parou de produzir smartphones em 2021 . As demais fabricantes têm porcentagens próximas de 0, segundo as estimativas. Confira:

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Source: StatCounter Global Stats – Device Vendor Market Share


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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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