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Solenidade homenageia 55 anos da faculdade de Engenharia Civil da UFMT

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou sessão especial, na noite de segunda-feira (16), em homenagem aos 55 anos de existência da faculdade de Engenharia Civil da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). 

A solenidade aconteceu no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, por solicitação do deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), e foi marcada pelo reconhecimento e entrega de honrarias, feita pelo parlamentar e pelo Instituto de Engenharia de Mato Grosso (IEMT), a pessoas que viabilizaram a criação do curso em Mato Grosso, membros do instituto, professores e servidores técnicos administrativos da UFMT. 

Engenheiro civil formado pela UFMT, Carlos Avallone destacou a importância de homenagear as pessoas que contribuíram para a formação de mais de 2,1 mil engenheiros civis. 

“Eu sempre digo que é uma satisfação muito grande ter cursado Engenharia Civil na Universidade Federal de Mato Grosso. Eu entrei lá em 1978 e fiquei até 1982. Foram 4 anos e meio de muita alegria, uma época de muita transformação em minha vida. Hoje nós estamos aqui homenageando os 55 anos de curso, mas também todos os 234 professores que ministraram aulas neste curso e cerca de 30 servidores que também foram muito importantes para que nós pudéssemos sair de lá formados”, declarou Avallone.

A lei que criou o Instituto de Ciências e Letras de Cuiabá foi assinada pelo ex-governador Pedro Pedrossian em 26 de julho de 1966. Assim, passaram a ser oferecidas em Cuiabá as licenciaturas de Letras, Matemática, Geografia e História Natural, um curso de Economia e um bacharelado em Engenharia Civil.

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O vestibular do curso de Engenharia Civil foi anunciado em 1967 e as aulas, iniciadas em 1968, na Escola Estadual Bernardina Rich, localizada na rua Presidente Marques, uma vez que o estado ainda não contava com uma universidade federal.

O departamento do curso de Engenharia Civil foi criado em 1971 e, em 1973, transferido para as atuais instalações no Centro de Ciências Exatas e Tecnologia (CCET). A primeira turma de alunos colou grau em 8 de janeiro de 1973.

Formado há 35 anos, o engenheiro civil Pedro Luiz Tanus Soares foi um dos ex-alunos do curso que se empenharam na organização do evento e busca pelos homenageados.

“Eu me formei há 35 anos e a prova mais importante não é a prova para entrar. A prova definitiva não é marcada no campus, é marcada no coração de quem recebeu o conhecimento, a orientação, a preparação para os desafios da vida profissional. Passados 35 anos, estou chegando aos 60 anos de idade, meus mestres estão chegando aos 80, 90 anos de idade. E a prova definitiva é a prova de gratidão”, disse.

José Manuel Henriques de Jesus formou-se em Engenharia Civil na UFMT em 1975 e, em 1980, começou a lecionar para os alunos do curso, atividade que continua exercendo. Um dos homenageados da noite, o professor agradeceu o reconhecimento.

“Desde 1968 mais de 2 mil alunos foram formados e eles estão aqui em Mato Grosso contribuindo para o seu desenvolvimento. A universidade, agora com vários campi no estado, acelera mais ainda esse processo de desenvolvimento. Eu me sinto muito honrado pela homenagem de hoje, destinada não só para os professores, mas para todos aqueles que proporcionaram que a Engenharia Civil existisse”, frisou.

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Chefe do departamento de Engenharia Civil da UFMT, Alex Neves Junior ressaltou a relevância da profissão e a responsabilidade da Instituição na formação de novos profissionais.

“A UFMT, especificamente o departamento de Engenharia Civil, tem um papel preponderante na construção deste estado. São milhares de profissionais formados ao longo desses 55 anos de existência e que povoaram o mundo com sucesso, nas suas mais diversas atuações profissionais. A Engenharia Civil é uma profissão que mexe com a transformação do mundo, então, transformar o mundo com a consciência ecológica que todo profissional precisa ter é o que nós estamos hoje encarando e incentivando os nossos formandos e também, porque não, os nossos egressos”, afirmou.

Além das moções de aplausos entregues aos homenageados, a Assembleia Legislativa, por meio do deputado Carlos Avallone, também agraciou o ex-reitor e fundador da UFMT, Gabriel Novis Neves, com a Comenda Marechal Cândido Rondon, concedida a personalidades brasileiras ou estrangeiras, civis ou militares, que, por seus méritos pessoais ou relevantes serviços prestados ao Estado de Mato Grosso, fizeram-se merecedoras de público reconhecimento.

Durante o evento foi lançado ainda o livro “Relatos de um Engenheiro Cuiabano”, de autoria do professor e engenheiro Reniel Pouzo Filgueira, no qual ele compartilha a história das obras que executou e prestou consultoria ao longo de sua carreira.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos concede comenda Dante de Oliveira ao conselheiro do TCE-MT

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Oconselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), José Carlos Novelli, durante o lançamento do livro de sua autoria “A Mesa Técnica nos Tribunais de Contas”, nesta quarta-feira (1º), foi reconhecido pelos trabalhos prestados em prol da sociedade mato-grossense com a comenda Dante de Oliveira. A honraria foi concedida pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por meio do deputado estadual Wilson Santos (PSD), que destacou a satisfação de acompanhar a trajetória do homenageado desde vereador por Cuiabá e, logo, em parceria de ambos no governo do saudoso Dante Martins de Oliveira.

“Tive a oportunidade de cruzar o caminho deste ser humano. A sua missão está longa para terminar. Não é à toa que presidiu essa instituição por três vezes. A sua vinda para cá, junto de outros conselheiros, transformaram esse tribunal para melhor, pois vocês modernizaram, deram velocidade e eficiência. Em nome dos quatro milhões mato-grossenses e dos 24 deputados estaduais, o parlamento o aplaude nesta data”, pronunciou o parlamentar.

Na oportunidade, Wilson lembrou quando apresentou Novelli ao governador Dante de Oliveira, na década de 90, em que ele chegou a se licenciar da Assembleia Legislativa para assumir a Secretaria Estadual de Serviços Públicos. “Eu deixei a Assembleia Legislativa e fui ser secretário. Quando eu vi o Novelli, logo nos aproximamos, o sangue bateu. Aí, eu disse ao Dante: tem um vereador que pode vir para o nosso lado. Aí, eu tive a honra e inesquecível de apresentar o Novelli ao Dante de Oliveira”, lembra.

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Da Câmara Municipal de Cuiabá, Novelli assumiu o Departamento de Viação e Obras Públicas do Governo de Mato Grosso, entre 1995 a 1998. Em seguida, foi eleito deputado estadual na Assembleia Legislativa e assumiu outros importantes cargos públicos até, que em junho de 2001, se tornou conselheiro do TCE e se mantém até os dias atuais. “A comenda Dante de Oliveira é emocionante. É um trabalho que fizemos por vários anos e a Assembleia Legislativa resolveu me honrar por meio do deputado Wilson Santos. Eu vou carregar no peito, não vou colocar no quadro. Dante foi um grande amigo e estadista do estado de Mato Grosso. Inesquecível!”, disse o homenageado.

Em relação ao livro, Wilson Santos elogiou a iniciativa de Novelli que dará um norte para que outros tribunais de contas possam adotar mesas técnicas em todo território nacional. “Essa tese, ela quebra a espinha dorsal do estado burocrático brasileiro. Talvez, o primeiro a usar ferramentas dessa natureza muito simplória foi o primeiro ministro inglês, Winston Churchill, durante a Segunda Guerra Mundial. Ele não abria a mão da simplicidade, da velocidade e rapidez para que as suas decisões tivessem os efeitos desejados”, relata.

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O presidente do TCE-MT, Sérgio Ricardo, reconheceu o trabalho brilhante desenvolvido por Novelli nos últimos 25 anos. “Eu conheço o Novelli, antes do Tribunal. Tive o privilégio de fazer política junto com o Dante e sempre junto com Novelli. Dante nos enviou ao Tribunal e não podia dar outra. O Tribunal de Contas que é hoje, é uma escola. Todos os anos que o conheço, sempre foi um consensualista. Ele foi de construir, de costurar e de harmonizar”, descreveu o conselheiro, que entregou homenagem alusiva ao Jubileu de Prata, em reconhecimento aos 25 anos dedicados de José Carlos Novelli à construção e aperfeiçoamento do controle externo.

“Agradeço a presença de todos e essa obra vai repercutir no sistema nacional no Tribunal de Contas. O grande problema das mesas técnicas de implantar é a insegurança da garantia jurídica dos processos de controle externo na medição. E este livro bem fundamentado na constituição, nas leis, então, não tem como não aderir. É o único modelo de solucionar problemas graves e complexos da administração pública”, concluiu Novelli.

Fonte: ALMT – MT

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