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Audiência pública discute contorno da BR-163 em Lucas do Rio Verde

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) convocou a população de Lucas do Rio Verde para participar da audiência pública que irá debater os impactos da possível implantação do contorno viário da BR-163 no município. O encontro será realizado no dia 26 de maio, às 14h, no Plenário Renê Barbour, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O Requerimento da audiência foi aprovado no último dia 13 de maio, durante sessão.

Segundo o parlamentar, o objetivo é ouvir a população e discutir os impactos econômicos, urbanos, sociais e estruturais que a proposta pode gerar para a cidade, especialmente em relação ao comércio local e ao desenvolvimento do município.

“Toda intenção de melhoria para a sociedade é muito boa e nós concordamos com o progresso. Mas muitas pessoas de Lucas entendem que é necessário se fazer duplicação onde a BR já existe, para que o comércio não seja prejudicado”, afirmou Cattani.

O deputado destacou ainda que a audiência pública foi convocada devido ao envolvimento do Estado no projeto, já que a Rota do Oeste é uma empresa ligada à concessão da rodovia. “Quero convidar todos vocês para que se façam presentes, para que venham participar, para que deem a sua opinião, para que possamos, como Assembleia, também opinar sobre isso e dar a nossa contribuição”, declarou.

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Gilberto Cattani reforçou que a intenção é que a discussão aconteça ouvindo diretamente os moradores do município.

A audiência pública será aberta à participação da população, autoridades, representantes do setor produtivo, comerciantes e demais interessados no tema.

Fonte: ALMT – MT

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Redes sociais e jogos online entram no foco de novo projeto de proteção infantil

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O crescimento do uso de redes sociais, jogos online e aplicativos de mensagens entre crianças e adolescentes acendeu um alerta em Mato Grosso. E para enfrentar os riscos cada vez maiores no ambiente virtual, o deputado estadual Alex Sandro (Republicanos) apresentou o Projeto de Lei nº 584/2026, que cria a Política Estadual de Prevenção ao Aliciamento Digital de Crianças e Adolescentes.

A proposta, apresentada em plenário no último dia 13, busca ampliar ações preventivas, educativas e de conscientização para proteger menores contra crimes praticados pela internet, como exploração sexual, manipulação emocional, violência psicológica, extorsão virtual, exposição indevida de imagens e dados pessoais, além do chamado “aliciamento digital”.

Segundo o parlamentar, o avanço das plataformas digitais aumentou significativamente os riscos de exploração e aproximação criminosa de menores no ambiente virtual, tornando necessária a criação de mecanismos permanentes de conscientização e proteção preventiva.

“Aliciamento digital é caracterizado por qualquer tentativa de aproximação ou manipulação de crianças e adolescentes por meio de redes sociais, aplicativos, plataformas digitais, jogos eletrônicos ou outros ambientes virtuais, com objetivos criminosos ou abusivos”, diz trecho do projeto.

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Entre as diretrizes previstas estão campanhas educativas, ações de conscientização em escolas, divulgação de materiais informativos e incentivo à orientação preventiva sobre o uso seguro da internet. O projeto também prevê a integração entre famílias, instituições de ensino, sociedade civil e órgãos públicos na construção de uma cultura de proteção digital infantojuvenil.

Outro ponto importante da proposta é o incentivo à cooperação entre órgãos de segurança pública, educação, assistência social e entidades de proteção à infância para fortalecer ações de prevenção e enfrentamento aos crimes virtuais contra menores.

O texto ainda estabelece que pessoas condenadas judicialmente por crimes digitais contra crianças e adolescentes poderão sofrer restrições administrativas em atividades ligadas ao público infantojuvenil promovidas pelo Estado. Entre as medidas previstas estão impedimentos para participação em programas, convênios, eventos e projetos voltados à infância e juventude.

A proposta tem caráter preventivo e educativo, sem criação de novos cargos ou despesas obrigatórias ao Estado, permitindo que as ações sejam integradas a políticas públicas já existentes nas áreas de educação, segurança pública e proteção da infância.

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Agora, a preposição cumpre pauta de cinco sessões e segue para análise nas comissões da Assembleia Legislativa antes de ser votada em plenário.

Fonte: ALMT – MT

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