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Monitoramento da Polícia Civil prende suspeitos por tráfico, porte ilegal de arma e embriaguez ao volante

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Uma ampla ação de vigilância, monitoramento e análise criminal, conduzida pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Pontes e Lacerda, culminou na prisão de seis pessoas por tráfico de drogas, neste domingo (25.5), no município. Além do tráfico, duas delas devem responder ainda por porte ilegal de arma e uma por dirigir sob influência de álcool e sem habilitação.

O trabalho policial foi desencadeado após denúncia de que as pessoas, bem como o local, alvos da ação, seriam empregados por uma organização criminosa atuante na região. Diante das informações, uma equipe policial, por meio de técnicas investigativas e levantamento de dados criminais, confirmou a denúncia.

No local, uma residência situada no bairro Jardim Buriti, estavam cinco dos alvos detidos, sendo três homens (de 26, 22 e 20 anos) e duas mulheres (de 20 e 18 anos). Além do tráfico, dos três jovens, dois deles devem responder ainda pelo crime de porte ilegal de arma de uso permitido.

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No decorrer da diligência, o último alvo, uma mulher de 29 anos também foi detida, ao chegar na residência conduzindo uma motocicleta Honda Bros, visivelmente sob estado de embriaguez. Esta, além do tráfico, deve responder por dirigir sob influência de álcool e sem habilitação.

Ao final da ação policial, todos foram conduzidos até a delegacia para os devidos trâmites legais cabíveis.

Foram apreendidos na ocorrência aparelhos celulares, R$ 250,00 (em dinheiro), um drone, uma balança de precisão, 22 munições de calibre .380, além de determinada quantidade de substância análoga à maconha e cocaína; entre tablete, porções e unidades.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandados em investigação de esquema de corrupção em hospital de Campo Novo do Parecis

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (25.5), a Operação Silêncio Comprado, para cumprimento de 20 ordens judiciais dentro de investigações que apuram um suposto esquema de corrupção ligado à gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, no município de Campo Novo do Parecis.

As ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão, sequestro de bens e bloqueio de valores, medidas cautelares diversas da prisão, além de quebras de sigilo telefônico e telemático, foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Tangará da Serra.


Os mandados são cumpridos nos municípios de Campo Novo do Parecis, Arenápolis, e nas cidades de Barueri e Cotia, no estado de São Paulo, com foco na coleta de elementos probatórios, identificação da extensão dos fatos investigados e preservação do patrimônio público.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), apuram suposto esquema de corrupção envolvendo a tentativa de interferência nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito n.º 01/2025, instaurada para apurar possíveis irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

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Entenda o caso

A CPI teve origem na repercussão de questionamentos envolvendo o atendimento prestado na unidade hospitalar, especialmente após a morte de uma jovem gestante do município de Campo Novo do Parecis, que teria apresentado complicações durante procedimento de parto cesáreo, sido encaminhada para Cuiabá e, posteriormente, vindo a óbito.

A partir desse caso, familiares e membros da comunidade passaram a questionar a estrutura do hospital, a prestação dos serviços, a gestão de recursos humanos e a regularidade da execução dos contratos de gestão da unidade hospitalar.


Início da investigação

As investigações da Deccor iniciaram após o recebimento de denúncia encaminhada pelo Ministério Público, relacionada à suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, bem como a possíveis irregularidades na execução de contratos de gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.

Entre os fatos apurados estão indícios de pagamentos por serviços supostamente não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos públicos e possível desvio de valores vinculados à administração da unidade hospitalar.

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De acordo com os elementos reunidos até o momento, há indícios, em tese, da prática de crimes contra a Administração Pública, especialmente corrupção ativa, sem prejuízo da apuração de outros delitos que possam ser identificados no curso das diligências.

Apoios operacionais

A operação contou com apoio operacional das equipes da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), Delegacia de Arenápolis, Delegacia de Campo Novo do Parecis e da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

Nome da operação

Silêncio Comprado faz referência à denúncia de suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, fato que deu origem à investigação.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, voltada ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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