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Serviço Secreto admite erro de segurança em atentado contra Trump: “Falhamos”

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O ex-presidente dos EUA e candidato republicano Donald Trump usa um curativo na orelha durante a convenção republicana em Milwaukee, nos Estados Unidos, em 17 de julho 2024
AFP

O ex-presidente dos EUA e candidato republicano Donald Trump usa um curativo na orelha durante a convenção republicana em Milwaukee, nos Estados Unidos, em 17 de julho 2024

Adiretora do Serviço Secreto dos Estados Unidos, Kimberly Cheatle, admitiu nesta segunda-feira (22) que houve uma falha de segurança durante a tentativa de assassinato de Donald Trump no início do mês.

“Nós falhamos. Como diretora do Serviço Secreto dos Estados Unidos, assumo total responsabilidade por qualquer falha de segurança”, afirmou ela em audiência perante ao Comitê de Supervisão da Câmara. Cheatle reforçou que “a tentativa de assassinato do ex-presidente Donald Trump em 13 de julho é a falha operacional mais significativa do Serviço Secreto em décadas”.

Questionada sobre a escassez de recursos para proteger Trump no comício eleitoral na Pensilvânia, ele afirmou que a segurança foi reforçada antes do atentado.

“O nível de segurança fornecido ao ex-presidente aumentou bem antes da campanha e tem aumentado constantemente à medida que as ameaças evoluem”, afirmou Cheatle. “Nossa missão não é política. É literalmente uma questão de vida ou morte.”

Trump é baleado em comício por jovem de 20 anos, posteriormente morto pelo Serviço Secreto x

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Trump é baleado em comício por jovem de 20 anos, posteriormente morto pelo Serviço Secreto x

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A audiência de hoje marca a primeira oportunidade para uma longa discussão sobre as falhas de segurança no comício de Trump em 13 de julho, quando ele foi baleado de raspão na orelha.

O presidente da Supervisão da Câmara, James Comer, prometeu que a audiência será ampla e detalhada e afirmou que Cheatle deveria renunciar ao cargo.

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Fonte: Internacional

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Funcionários testam até 10 mil vapes por dia em fábrica; veja imagens

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Testagem aconteceu na China
Reprodução

Testagem aconteceu na China

O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.

As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.

Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.

A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.

A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.

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Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.

Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.

Veja o vídeo


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Fonte: Internacional

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