Avião da Força Aérea Brasileira (FAB) empregado na Operação Voltando em Paz, do Governo Federal
Nesta terça-feira (17), a Embaixada do Brasil na Palestina confirmou que famílias brasileiras na Faixa de Gaza desistiram da repatriação por falta de apoio financeiro no Brasil, decidindo permanecer na zona de conflito entre Israel e o grupo extremista Hamas.
Além de dois brasileiros que acabaram de desistir da repatriação, outra família com seis pessoas – um casal e seus quatro filhos – também decidiu permanecer na palestina em vez de cruzar a fronteira com o Egito e voltar ao Brasil em seguida por medo de enfrentar dificuldades financeiras no país.
Essa postura se explica pelo fato de que a repatriação cobre o transporte de Gaza até o Brasil, mas a partir daí as famílias precisam arcar com suas demais despesas após chegar ao país. Além disso, quando a guerra terminar, aqueles que desejarem voltar para a Palestina também precisarão arcar com as despesas da viagem.
O embaixador Alessandro Candeas, representante do Brasil na Palestina, disse à rede de televisão Globonews que a representação diplomática está verificando opções de acolhimento em São Paulo.
O iG solicitou esclarecimentos à Embaixada Brasileira na Palestina sobre o apoio que pode ser oferecido a esses cidadãos e quando essa decisão será tomada, mas até o momento não houve resposta.
Até o momento, há 26 pessoas na lista de repatriação, e a maior parte do grupo é formada por crianças e mulheres. Ao todo, são 17 brasileiros, sete palestinos portadores de Carteira de Registro Nacional Migratório (RNM) e dois palestinos, todos nas cidades de Khan Younes e Rafah, que ficam próximas à fronteira de Gaza com o Egito.
No momento a passagem de Rafah está fechada e os civis aguardam a liberação por parte do Egito para que possam deixar a zona de conflito em direção a um aeroporto de onde partirá o voo de volta ao Brasil.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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