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Praia “mortífera” faz quinto turista morrer em quatro dias

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Panama City Beach tem chamado a atenção das autoridades
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Panama City Beach tem chamado a atenção das autoridades


No último domingo (23), uma mulher do Missouri, Debbie Szymanski, tornou-se a quinta turista a falecer em Panama City Beach, na Flórida, em um período de quatro dias. O local ganhou o apelido de “praia mortífera” por conta da quantidade de tragédias em um curto período de tempo.

O caso ocorreu por volta das 11h30, quando familiares notaram algo errado enquanto ela nadava e rapidamente a trouxeram para a costa. Szymanski foi levada ao hospital, onde foi declarada morta.

As autoridades informaram que as condições da água estavam perigosas devido às correntes de retorno. Essas correntes são conhecidas por arrastar nadadores rapidamente para longe da costa, representando um risco significativo para banhistas.

Em uma publicação no Facebook, o Departamento de Polícia alertou sobre o perigo das correntes de retorno, aconselhando as pessoas a evitarem nadar nas áreas afetadas.

Os dias anteriores também registraram outras fatalidades na região. Em 21 de junho, três homens do Alabama, Harold Denzel Hunter, de 25 anos, Jemonda Ray, de 24 anos, e Marius Richardson, de 24 anos, morreram após serem pegos pela corrente de retorno nas proximidades do Watercress Condominiums.

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No dia 20 de junho, Ryker Milton, de 19 anos, de Muskogee, Oklahoma, também faleceu após ser arrastado pela mesma corrente.


Onde fica Panama City Beach?

Panama City Beach, localizada a cerca de 150 km a leste de Pensacola, tem atraído atenção devido ao crescente número de acontecimentos fatais relacionados às condições perigosas da água.

As autoridades afirmaram para a imprensa local que vão continuar a monitorar a situação e a emitir alertas para garantir a segurança dos turistas e moradores.

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Fonte: Internacional

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Funcionários testam até 10 mil vapes por dia em fábrica; veja imagens

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Testagem aconteceu na China
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Testagem aconteceu na China

O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.

As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.

Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.

A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.

A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.

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Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.

Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.

Veja o vídeo


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Fonte: Internacional

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