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Bailarina é condenada a 12 anos de prisão por traição contra a Rússia; entenda o caso

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Bailarina recebeu a condenação na quinta-feira (14)
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Bailarina recebeu a condenação na quinta-feira (14)

Na Rússia , Ksenia Karelina, mulher com dupla nacionalidade russo-americana, foi condenada pelo governo de Vladimir Putin a 12 anos de prisão por “alta traição” na quinta-feira (15). Ela foi detida por doar aproximadamente 40 euros (R$ 240 reais) a uma instituição de caridade pró- Ucrânia .

“O tribunal considerou Ksenia Karelina culpada de traição e sentenciou-a a 12 anos numa colônia penal”, disse o tribunal da cidade de Yekaterinburg, nos Montes Urais.

De acordo com relatos da mídia estatal russa, a jovem de 32 anos admitiu na semana passada ter pago o equivalente a cerca de 47 euros à organização “Razom for Ukraine” logo após o início da ofensiva russa na Ucrânia. O serviço secreto russo, o FSB, acusou-a de arrecadar dinheiro para “materiais médicos, equipamentos, armas e munições para as forças armadas ucranianas”.

A bailarina, que morava e trabalhava em Los Angeles, foi presa em Yekaterinburg no final de janeiro enquanto visitava a família. Washington acusa Moscovo de prender cidadãos norte-americanos sob acusações infundadas para usá-los como alavanca para a libertação de russos condenados no estrangeiro.

O veredito contra Karelina ocorreu duas semanas depois da maior troca de prisioneiros entre a Rússia e o Ocidente desde a Guerra Fria, na qual a Rússia libertou 15 detidos, incluindo o repórter norte-americano Evan Gershkovich e vários políticos da oposição russa. Em troca, oito prisioneiros e dois menores foram levados de avião para Moscou, incluindo o assassino do Tiergarten, Vasim Krasikov, que já havia sido preso na Alemanha.

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Fonte: Internacional

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Funcionários testam até 10 mil vapes por dia em fábrica; veja imagens

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Testagem aconteceu na China
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Testagem aconteceu na China

O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.

As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.

Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.

A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.

A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.

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Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.

Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.

Veja o vídeo


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Fonte: Internacional

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