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Projeto inicia nova turma sem registro de reincidência até o momento

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Das 24 reeducandas que participaram da primeira turma do Projeto Reconstruindo Sonhos na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto, em Cuiabá, 11 já estão em liberdade. O projeto foi concluído há mais de um ano e não houve reincidência, até o momento. Nesta segunda-feira (21), o Reconstruindo Sonhos iniciou uma nova turma naquela unidade com a participação de 23 mulheres.

No evento de abertura, a diretora da unidade prisional, Jaquelina Aparecida Santi,  destacou que os resultados do projeto são visíveis. Além da mudança de comportamento entre as participantes da primeira turma, ela enfatiza a forma como elas são preparadas para receber o curso profissionalizante.

“As mulheres que estão aqui enfrentam muitos problemas. A primeira etapa do Reconstruindo Sonhos foi essencial para que elas se preparassem para começar os cursos de Jardinagem e Cabelereira. Quem veio para ensinar, já recebeu um público diferenciado”, enfatizou.

O presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, também reforçou a importância da preparação do caminho para que as reeducandas possam receber a qualificação profissional. Ele lembrou os quatro pilares da ressocialização: trabalho, ensino, religião e a família.

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O coordenador executivo do Conselho da Comunidade de Execução Penal de Cuiabá (Concep), Marco Augusto de Almeida, afirmou que a entidade ficará responsável pela segunda etapa do Reconstruindo Sonhos na unidade. Ele adiantou às reeducandas que serão oferecidos dois cursos: um de empreendedorismo e o outro de fabricação de bolsas. A ideia é que ao fim do curso seja realizada uma exposição para apresentação e venda dos produtos à sociedade.

Dividido em duas etapas, o projeto começa com a realização de 12 encontros, que ocorrem uma vez por semana e abordam temas como valores, humanização e espiritualidade, relações interpessoais, família, comunicação, trabalho, perspectiva de futuro, planejamento, entre outros. Terminada essa fase, o projeto segue com a oferta de cursos profissionalizantes.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT fortalece defesa dos direitos da população LGBTQIAPN+

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Garantir o respeito à diversidade e combater todas as formas de discriminação estão entre as atribuições do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). No dia 28 de junho, quando é celebrado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, a instituição reforça seu compromisso com a defesa dessa população, atuando para assegurar direitos fundamentais previstos na Constituição Federal, promover a cidadania, fiscalizar políticas públicas de inclusão e responsabilizar autores de práticas discriminatórias.A proteção desses direitos tem fundamento na Constituição Federal, que assegura a igualdade, a liberdade e a dignidade de todas as pessoas, sem distinção de qualquer natureza. Nos últimos anos, importantes avanços foram consolidados no campo da proteção à população LGBTQIAPN+, entre eles o reconhecimento da união estável e do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a possibilidade de alteração de nome e gênero no registro civil sem necessidade de cirurgia, a equiparação da homofobia e da transfobia ao crime de racismo e o fortalecimento das garantias de igualdade, inclusão e respeito à identidade de gênero em diferentes espaços sociais.Além disso, práticas como recusar atendimento, humilhar, constranger, excluir ou agredir alguém em razão da orientação sexual ou da identidade de gênero são passíveis de responsabilização. Nesse contexto, o Ministério Público atua tanto na repressão quanto na prevenção de violações de direitos. A instituição recebe e apura denúncias de discriminação e violência, acompanha e fiscaliza a implementação de políticas públicas voltadas à inclusão social, promove a defesa dos direitos fundamentais e desenvolve ações educativas para conscientizar a população sobre a importância do respeito à diversidade e do combate à intolerância.As violações podem ocorrer em diferentes espaços da convivência social. Casos de discriminação são registrados em escolas e universidades, unidades de saúde, repartições públicas, ambientes de trabalho, estabelecimentos comerciais, espaços religiosos e também nas plataformas digitais. Em todas essas situações, o Ministério Público pode atuar para apurar os fatos, acolher e orientar as vítimas, promover a responsabilização dos envolvidos e adotar medidas destinadas à prevenção de novas violações.O MPMT reforça que vítimas e testemunhas de discriminação ou violência não devem permanecer em silêncio. A denúncia é uma ferramenta fundamental para a proteção de direitos e para o enfrentamento de práticas discriminatórias. Em situações de urgência, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo telefone 190. Para registrar denúncias, a população pode procurar a Ouvidoria do Ministério Público pelo telefone 127, pelos números de WhatsApp (65) 99271-0792 e (65) 99255-4681, ou ainda buscar a Promotoria de Justiça mais próxima.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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