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Estudantes de Direito conhecem estrutura de Promotoria de Justiça

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Principais áreas de atuação do Ministério Público e aspectos relacionados à carreira de promotor de Justiça foram alguns dos assuntos abordados pelo promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues durante visita realizada por estudantes do curso de Direito, da União das Faculdades de Mato Grosso (Unifama), à sede das Promotorias de Justiça de Peixoto de Azevedo. O encontro ocorreu nesta segunda-feira (19).

“Independentemente da carreira que pretendam seguir, se almejam a valorosa advocacia ou o ingresso no serviço público por meio de concursos, tenham o Ministério Público como parceiro na realização da justiça. A instituição está de portas abertas a todos, como cidadãos e futuros profissionais da área jurídica, para a defesa dos interesses da sociedade”, destacou o promotor de Justiça.

A aproximação dos estudantes de Direito das instituições públicas em Peixoto de Azevedo faz parte de um projeto desenvolvido pelo professor e advogado Marcos Augusto Giraldo Macedo. Na visita à Promotoria de Justiça, os estudantes conheceram a sede da unidade e esclareceram dúvidas sobre as funções institucionais do Ministério Público.

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Também tiveram acesso às informações sobre o programa de estágio existente no MPMT.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

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Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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