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Convocação já contemplou mais de 40% das vagas disponibilizadas 

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso já convocou 148 bacharéis em Direito, aprovados em processo seletivo, para participação no Programa de Residência da instituição.  Desse total, 74 já iniciaram as atividades e a outra metade aguarda a finalização do processo de credenciamento. A seleção foi concluída no final de junho deste ano e os aprovados estão sendo convocados gradativamente, conforme solicitação das Promotorias de Justiça. O edital de seleção disponibilizou 308 vagas.

De acordo com informações do Departamento de Gestão de Pessoas do MPMT, para a convocação são utilizados os endereços dos e-mails indicados no ato da inscrição. Após o envio, é concedido um prazo de cinco dias para o aprovado apresentar a documentação exigida ou pedir a prorrogação pelo mesmo período. O candidato tem ainda a opção de solicitar a indicação do seu nome para o final da lista.

Até o momento, foram preenchidas vagas em 38 Promotorias de Justiça. O Programa de Residentes é destinado a bacharéis que estejam cursando pós-graduação, em nível de especialização, mestrado, doutorado ou pós-doutorado, ou que tenham concluído curso de graduação há menos de cinco anos. 

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A jornada de atividades do residente é de 30 horas semanais e seis horas diárias. A bolsa mensal é de R$ 1.800,00, acrescida de auxílio-transporte no valor de R$ 200,00, bem como seguro contra acidentes pessoais. Os residentes ainda serão beneficiados com um curso de pós-graduação, oferecido de forma gratuita. 
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

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Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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