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Vigia Mais MT auxilia forças de segurança no esclarecimento de crimes e recuperação de veículos

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O programa de videomonitoramento do Governo de Mato Grosso, Vigia Mais MT, tem auxiliado as forças policiais no esclarecimento de crimes e na recuperação de veículos roubados, desde que entrou em funcionamento, em 2023. Nesta quarta-feira (20.03), o programa completa um ano do seu lançamento, e conta com a adesão de 120 municípios do Estado.
 
Pelo Vigia Mais MT, o Governo do Estado vai destinar 15 mil câmeras para instalação em áreas urbanas e rurais, para monitorar espaços de uso coletivo, de interesse para a segurança pública. Até o momento, cerca de oito mil câmeras estão em processo de instalação, por meio de parcerias entre a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), prefeituras, associações, empresas e outros entes públicos e privados.

Desde que as câmaras começaram a ser instalas, as imagens são acompanhadas pelo Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), em Cuiabá, que criou, junto com as Policias Militar e Civil uma rotina de flagrantes que auxiliaram em prisões, recuperação de veículos roubados e produção de provas para investigações de crimes. 

Para ampliar o alcance do monitoramento, a Sesp também está realizando a integração de câmeras já existentes nos municípios com a plataforma do programa Vigia Mais MT. Para isso, os equipamentos devem compatíveis com as exigências técnicas do programa.

Em Várzea Grande, a integração de 12 câmeras está permitindo que vias estratégicas, especialmente com acesso de chegada e saída da cidade, sejam monitoradas 24 horas pelo Ciosp de Cuiabá.

Desde fevereiro deste ano, quando a parceria entrou em funcionamento, até o dia 15 deste mês, o Ciosp flagrou 13 veículos roubados, furtados ou clonados. Todos foram recuperados e os condutores detidos e conduzidos à delegacia para investigação.

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Entre os veículos localizados pelo Ciosp em Várzea Grande está uma motocicleta Honda, modelo Pop, furtada no dia 26 de fevereiro em Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá). O veículo foi flagrado dois dias depois, no dia 29 de fevereiro, às 14h15, trafegando na Avenida Júlio Campos. O Ciosp acionou a PM e uma equipe do 4º Batalhão abordou o motociclista, conduzindo-o para a delegacia.

O secretário de Estado de Segurança Pública, coronel César Roveri, destacou que, mesmo com o programa em fase de implantação, é evidente a contribuição do videomonitoramento na redução dos índices criminais e produção de provas que auxiliam nas investigações.

Ainda conforme o secretário, a Sesp tem buscado aprimorar as ferramentas de trabalho para possibilitar a inclusão das imagens nos boletins de ocorrência. “Estamos criando, no Boletim de Ocorrência Digital, um campo para o policial registrar a contribuição do videomonitoramento nas ações policiais, como prisões, identificação de suspeitos, apreensões, recuperação de patrimônio, entre outras situações”, disse.

“A modernização das forças policiais é fundamental. As câmeras entregues aos municípios é parte de um programa do Governo de Mato Grosso que passa por investimentos em todas as áreas da Segurança Pública. Já asseguramos ao trabalho dos policiais o que há de mais moderno em armamentos, veículos e equipamentos para a polícia científicos, por exemplo. Agora estamos fazendo uma muralha digital no Estado com o que há de mais avançado em câmeras”, completou.
 
De acordo com o secretário Roveri, com base nos resultados já experimentados em Mato Grosso e outras cidades do país que contam com programas semelhantes, a projeção é que o videomonitoramento resulte na redução de, no mínimo, 40% dos índices de criminalidade.

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Assistência e prazo

De acordo com o delegado Cláudio Alvarez, superintendente do Ciosp e coordenador do Vigia Mais MT, a meta da Sesp é que as 15 mil câmeras do programa estejam em funcionamento até o final de 2024. 

Para os municípios que aderem ao programa, a Sesp faz a cessão dos kits sem custo, com garantia de três anos, contendo câmeras (três modelos), equipamentos para armazenar imagens e equipamentos para manter as câmeras em funcionamento mesmo com picos de energia.

A Sesp ainda dá suporte de orientação técnica para instalação, o que inclui atendimento sobre tipos de postes a serem usados para fixar as câmeras, pontos de energia, internet, entre outros. Conforme o superintendente, a instalação é simples e pode ser feita com custo baixo. Cabe aos municípios e outras instituições que aderem ao programa apenas as despesas com a instalação e manutenção das câmeras.  

O prazo para instalação e operacionalização das câmeras é de 160 dias a contar da data de retirada dos equipamentos. Os municípios devem solicitar ao Ciosp a integração das câmeras à plataforma de monitoramento.

A partir da integração, as imagens captadas são compartilhadas, em tempo real, nas telas do Ciosp e em celulares funcionais. Nos telefones, têm acesso à plataforma os policiais e as pessoas autorizadas pelas prefeituras e outras entidades parceiras.

Fonte: Governo MT – MT

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Após décadas de espera, Governo de Mato Grosso muda cenário da saúde com o Hospital Central

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O Hospital Central de Alta Complexidade, unidade do Governo de Mato Grosso em operação desde janeiro deste ano, marca um novo momento da saúde pública no estado e tem recebido diversos elogios de pacientes e seus familiares.

A moradora de Diamantino Cleonice Soares, esposa do paciente Francisco, que passou pela cirurgia robótica, considera que o atendimento da unidade traz muitos diferenciais e é melhor do que em hospitais privados.

“A gente vinha há um tempo só tratando no particular e quando surgiu a oportunidade de a gente vir para Cuiabá e fazer esse tratamento pelo SUS foi uma vantagem muito grande, algo extraordinário em nossas vidas. O lugar é fantástico, é um acolhimento que a gente não acha nem em rede particular. Todo mundo nos acolheu como alguém muito especial”, avaliou.

Voltado à medicina de alta complexidade, o Hospital Central é uma unidade estruturada para a realização de procedimentos cirúrgicos de alta precisão, com incorporação de tecnologias avançadas, incluindo cirurgia robótica, voltada ao atendimento exclusivo de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Nós tiramos o Hospital Central do papel e trouxemos para Mato Grosso o que há de melhor na saúde do Brasil. Ao escolher o Einstein para administrar a unidade, elevamos o padrão da saúde pública e ampliamos o acesso a serviços de alta complexidade. O mato-grossense merece ter aqui o atendimento que antes precisava buscar fora do estado”, avaliou o governador Otaviano Pivetta.

Administrado pelo Einstein Hospital Israelita, organização filantrópica com 25 anos de atuação no SUS, o Hospital Central foi responsável pelas primeiras cirurgias robóticas feitas pela saúde pública em Mato Grosso. A primeira delas foi em fevereiro e, desde então, já são 23 cirurgias realizadas, entre urologia e ginecologia.

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A cirurgia robótica traz mais precisão na realização dos procedimentos e garante uma recuperação mais ágil e confortável ao paciente. Além da urologia e da ginecologia, cirurgias pediátricas e do aparelho digestivo também serão feitas com o robô.

Outro avanço foi a realização das primeiras intervenções cardíacas pediátricas por meio do serviço de hemodinâmica, implementado em maio de 2026. A tecnologia permite procedimentos menos invasivos e menor dependência de encaminhamentos para tratamento fora do estado. São dois aparelhos no Hospital Central, sendo um deles voltado exclusivamente para procedimentos cardiovasculares. A partir do mês de julho, a previsão é ofertar pelo menos 240 procedimentos por mês dessa especialidade.

“Mais do que ampliar a oferta de serviços e atuar como referência em alta complexidade, o Hospital Central qualifica a assistência em saúde de Mato Grosso. A unidade foi estruturada para garantir atendimento humanizado, seguro e resolutivo, compatível com os mais altos padrões de qualidade”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

Mais de 17 mil atendimentos já foram realizados no Hospital Central, entre consultas em sete especialidades cirúrgicas pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas, além de exames de imagens e laboratoriais e cirurgias. Pacientes de 104 municípios de Mato Grosso já foram atendidos neste hospital, o que corresponde a mais de 73% do território estadual.

Até o final de julho, a unidade hospitalar entra em sua operação plena, ampliando para 12 o total de especialidades cirúrgicas. Serão inseridos procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas. Para isso, profissionais médicos de 36 especialidades foram contratados para compor a equipe do Hospital Central, proporcionando a integralidade da assistência, com diagnósticos precisos e rápidos e qualidade assistencial diferenciada, necessária à alta complexidade.

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“Temos conseguido, desde o início da operação do Hospital Central, oferecer à população de Mato Grosso serviços de excelência que ainda não estavam disponíveis no SUS do estado, ampliando o acesso e trazendo uma nova realidade à população”, comemorou a diretora da unidade, Alessandra Bokor.

Os pacientes atendidos no hospital são encaminhados pela Central Estadual de Regulação. Para isso, os usuários do SUS precisam manter atualizados seus contatos junto à unidade de saúde de sua comunidade.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.

Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no SUS por meio da gestão de unidades públicas, que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência, e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

Fonte: Governo MT – MT

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