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Sema terá mais de R$ 16 milhões para ampliar atendimento emergencial a animais silvestres

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O Plano de Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais deste ano prevê mais de R$ 16 milhões para ampliação do atendimento emergencial aos animais silvestres atingidos por incêndios florestais. A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, destaca que os recursos previstos vão garantir, entre outras ações, a conclusão em Cuiabá do maior hospital veterinário exclusivo para atendimento a animais silvestres da América Latina.

“Os investimentos são os maiores da história e refletem a priorização dada pelo Governo do Estado para essa agenda ambiental. As ações realizadas e planejadas para 2025 representam avanços importantes para a proteção da fauna silvestre de Mato Grosso”, ressaltou a secretária.

A unidade de atendimento vai funcionar no novo Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras). Além do hospital, estão sendo construídos recintos para área de quarentena de animais silvestres e estacionamento. A construção no Centro Político Administrativo abrange mais de 4 mil metros quadrados.

Até então, o maior hospital veterinário exclusivo para animais silvestres era o de Mato Grosso do Sul, com uma área de 1.162,33 m². Em Mato Grosso, o Cetras foi viabilizado por meio de uma parceria das secretarias de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), e conta também com recursos de emenda parlamentar destinada pelo senador Wellington Fagundes.

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O Plano de Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais inclui ainda a construção e reforma do Centro Integrado de Proteção Ambiental do Pantanal (Cipan). Foram previstos também recursos para monitoramento constante das condições da fauna silvestre no Pantanal durante o período da seca, para atendimento veterinário aos animais, alimentação, entre outras intervenções quando necessárias.

Andamento da obra

Com previsão de entrega em junho deste ano, a obra do hospital encontra-se na fase de execução da cobertura e dos acabamentos. A edificação inclui também o setor de quarentena, cuja estrutura ainda está sendo executada. A secretária Mauren Lazzaretti adiantou que a unidade deverá ser gerida por uma entidade autárquica.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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