MATO GROSSO

Politec identifica e libera corpo de jovem que estava desaparecido há oito dias

Publicado em

O corpo de um jovem encontrado em decomposição avançada é identificado por meio de técnicas de recuperação das impressões digitais por papiloscopistas da Gerência Regional da Politec em Cáceres

A vítima identificada como João Vitor Oliveira do Nascimento, de 18 anos estava desaparecido desde o dia 16 de março, e foi encontrado morto nesta terça-feira (24.3), nas proximidades do Cemitério do Bairro Junco, em Cáceres.

A identificação foi realizada através da retirada da luva epidérmica, que consiste na recuperação da camada superficial da pele da mão que se desprende do corpo em casos de putrefação. O profissional de papiloscopia “veste” essa membrana sobre a própria luva para realizar a coleta das digitais. “Fizemos a retirada da luva epidérmica com tratamento em ácido acetido, após isso, vestimos a luva do polegar direito entintamos e destacamos em papel para o confronto”, explicou o papiloscopista Givanildo

Após realizar a coleta, estas foram comparadas com as impressões digitais contidas no banco de dados de prontuários civis da Politec, onde foi possível confirmar a identificação da vítima após cerca de uma hora e meia.

Leia Também:  Secel abre inscrições para Jogos Paralímpicos e Paradesportivos Mato-Grossenses 2026

Após a realização da necropsia e identificação técnica, o cadáver liberado aos familiares.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Operação Lei Seca faz prisões por embriaguez, dívida de pensão alimentícia e tráfico de drogas

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Força Tática prende dois homens por tráfico e apreende 108 porções de drogas

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA