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Secel abre inscrições para Jogos Paralímpicos e Paradesportivos Mato-Grossenses 2026

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Estão abertas as inscrições para os Jogos Paralímpicos e Paradesportivos Mato-Grossenses 2026, principal competição do calendário estadual voltada a atletas com deficiência. Promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), em parceria com a Prefeitura de Cáceres, o evento será realizado entre os dias 3 e 8 de agosto e deve reunir delegações de municípios mato-grossenses em disputas que valorizam a inclusão, o desenvolvimento esportivo e a descoberta de novos talentos.

As inscrições seguem até o dia 26 de junho e devem ser realizadas pelos órgãos gestores municipais por meio de formulário eletrônico disponível no site da Secel.

A competição contará com disputas nas modalidades de atletismo, goalball, tênis de mesa, bocha, badminton, halterofilismo, judô e jiu-jitsu.

Os jogos serão disputados nas categorias Escolar e Absoluto, contemplando atletas dos gêneros masculino e feminino com deficiência física, visual, síndrome de Down ou deficiência intelectual. Na categoria Escolar, poderão participar estudantes regularmente matriculados em instituições públicas ou privadas de ensino fundamental, médio ou educação especial.

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Para a modalidade de atletismo, poderão competir atletas com idades entre 11 e 19 anos, enquanto para as demais modalidades a faixa etária será de 11 a 17 anos, observados os critérios específicos estabelecidos em cada regulamento.

O secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, David Moura, destacou que a abertura das inscrições representa mais uma oportunidade para fortalecer o paradesporto em Mato Grosso e ampliar o acesso ao esporte para pessoas com deficiência em todas as regiões do estado.

“Os Jogos Paralímpicos e Paradesportivos Mato-Grossenses são uma importante ferramenta de inclusão social e de desenvolvimento esportivo. Além de revelar talentos, a competição promove integração, autoestima e oportunidades para atletas que representam seus municípios com dedicação e superação. Nosso objetivo é ampliar cada vez mais a participação e fortalecer a política pública voltada ao paradesporto em Mato Grosso”, destaca.

Além do caráter competitivo, o evento tem papel estratégico na formação de atletas e na preparação para competições de maior abrangência, com pontuação no ranking nacional. As delegações interessadas deverão encaminhar o Termo de Adesão ao setor da Coordenadoria de Esporte de Inclusão da Secel dentro dos prazos estabelecidos pelo regulamento.

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A participação também exige o cumprimento dos critérios de elegibilidade e classificação funcional previstos pelas entidades responsáveis por cada deficiência, especialmente nos casos de atletas com deficiência visual e intelectual. A credencial oficial será obrigatória para atletas, técnicos e dirigentes e deverá ser retirada pelos chefes de delegação no dia 3 de agosto, em Cáceres, antes do início das competições.

Mais informações podem ser obtidas na Coordenadoria de Esporte de Inclusão da Secel pelo e-mail [email protected].

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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