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Polícia Militar lança curso para formar especialista de policiamento de trânsito

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O Batalhão da Polícia Militar de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTRan) deu início na manhã desta segunda-feira (10.04) à terceira turma do Curso de Especialista de Policiamento de Trânsito (3º CPTRAN), no auditório do Colégio Militar Tiradentes, em Cuiabá.

A capacitação terá duração de 61 dias e contará com 25 alunos, como policiais militares, agentes do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT), entre outros. A aula inaugural contou com uma palestra da promotora pública da 12ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá, Sasenazy Soares Rocha Daufenbach, sobre ‘Rotinas do Sistema de Justiça no Trânsito e parcerias’.

De acordo com o comandante do Batalhão de Trânsito, tenente-coronel Adão Cesar Rodrigues Silva, o objetivo do curso é capacitar e qualificar os profissionais para atuarem nas vias urbanas e nas rodovias do estado, orientando os condutores sobre a conduta adequada conforme a legislação, além de aprimorar as técnicas e estratégias relacionadas à abordagem e fiscalização de veículos.

“Trabalhar com o trânsito é trabalhar com vidas, é estar a todo momento disposto a tirar dúvidas, expor a lei em sua aplicação e, principalmente garantir que o Código de Trânsito Brasileiro seja aplicado e cumprido como seu objetivo principal, por meio da fluidez e segurança viária”, destacou.

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O diretor de Ensino, Instrução e Pesquisa (DEIP), coronel Januário Antônio Edwiges Batista, enalteceu por mais uma turma de capacitação que está sendo promovida pela Polícia Militar de Mato Grosso. “Poucas são as instituições em nosso país que se arriscam em planejar, organizar, coordenar e executar cursos nesta área, muito provavelmente, devido a complexidade única e volátil de sua matéria em constante alteração, o que torna necessário não só um conhecimento amplo e aprofundado, mas também atualizado”.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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