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Polícia Civil cumpre mandados contra autores de roubo em posto de combustível em Barra do Garças

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Três ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão, foram cumpridos pela Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (29.08), na Operação Malote, deflagrada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá).

A operação tinha como alvo, dois criminosos que tiveram o envolvimento identificado em um roubo em um posto de combustíveis no município.

O crime ocorreu no dia 30 de agosto de 2021, quando uma funcionária responsável pelo caixa financeiro do posto foi abordada por um homem em posse de arma de fogo, enquanto transportava o valor de R$ 55 mil, referente ao fechamento do semanal da empresa.

As investigações da Derf Barra do Garças apontaram que o crime foi previamente articulado, contando com a participação de dois suspeitos que observaram toda a movimentação dos funcionários do posto e dos responsáveis pelo caixa durante dias, até o momento oportuno para abordagem da funcionária, que se deslocava do posto até o shopping para depósito do malote financeiro.

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Para dificultar a identificação pelas câmeras de monitoramento do local, os criminosos retiraram a placa da motocicleta utilizada e revezavam-se na espreita do alvo, a certa distância.

Durante do trabalho de investigação, os policiais buscaram a coleta de elementos, testemunhas e informes, chegando a identificação de dois envolvidos no crime, um deles apontado como autor do roubo e outro como partícipe.

Após o roubo, um dos criminosos adquiriu um veículo VW Voyage, de cor branca, 1.0, pagando na compra o valor de R$ 35 mil, com o valor subtraído. O segundo suspeito recebeu quantia menor, ficando responsável por guardar e ocultar a arma e o veículo utilizados na execução do crime.

Com base nos elementos levantados durante as investigações, o delegado titular da Derf Barra do Garças, Nelder Martins Pereira representou pelos mandados de prisão e busca e apreensão contra os suspeitos, que foram deferidos pela Justiça e cumpridos nesta terça-feira (29), durante a Operação Malote.

Durante as buscas, foram apreendidos aparelhos celulares e o veículo adquirido com o dinheiro do roubo.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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