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Polícia Civil apreende quase 250 porções de cocaína em Guarantã do Norte

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A Polícia Civil desarticulou um ponto de venda de drogas e apreendeu quase 250 porções de entorpecentes, na noite dessa segunda-feira (05.08), em Guarantã do Norte (715 km a norte de Cuiabá). Um homem e uma mulher foram presos em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Os policiais civis realizavam diligências quando avistaram o jovem saindo com uma motocicleta de dentro uma residência, apontada como possível ponto de venda de entorpecentes.

A equipe fez o acompanhamento da motocicleta e visualizou o momento em que o motociclista parou ao lado de um veículo e rapidamente entregou algo para o ocupante.

Diante dos fatos, a equipe retornou ao imóvel onde a moto estava e percebeu movimentação intensa de pessoas no local, caracterizando o comércio de substâncias ilícitas.

Ainda na ocasião, outro carro chegou na casa e o morador novamente fez uma entrega. Então, os investigadores abordaram o condutor do veículo e verificaram que se tratava de porção de cocaína. Questionado, ele contou que já havia adquirido a droga outras vezes nesse endereço.

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Em seguida, os policiais civis adentram na residência e o suspeito tentou fugiu, mas foi contido. Dentro de um dos quartos foram localizadas várias porções de cocaína. No local estava uma mulher, que mostrou à equipe uma bolsa de cor rosa com o restante das porções e dinheiro em espécie.

Com base no flagrante, os dois envolvidos foram conduzidos para a Delegacia de Polícia, interrogados e presos pelos crime de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Após a confecção dos autos, eles foram colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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