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Corpo de Bombeiros resgata homem de 35 anos após desaparecimento em área de mata

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, na segunda-feira (21.4), um homem de 35 anos que estava desaparecido há três dias em uma área de mata, nas proximidades do Rio Preto, no município de Juína (a 730 km de Cuiabá).

A vítima havia desaparecido na tarde de sexta-feira (18.4), mas o caso só foi comunicado às autoridades no domingo (20.4), quando a equipe da 14ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (14ª CIBM) foi acionada.

Funcionários da fazenda onde o desaparecimento ocorreu chegaram a iniciar as buscas por conta própria, mas sem sucesso. Informações preliminares indicavam que o homem apresentava sinais de surto psicótico, possivelmente relacionado a um quadro de esquizofrenia.

Diante da situação, os bombeiros optaram por uma abordagem diferenciada. Ao chegarem ao local, realizaram um levantamento técnico da área, utilizando ferramentas de geolocalização para definir as estratégias de busca.

Durante à noite, os militares acamparam em uma região onde foram encontrados indícios da presença do desaparecido. No acampamento, acenderam uma fogueira e prepararam alimentos com o objetivo de atrair e acolher o homem de forma não ameaçadora.

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Na segunda-feira (21.4), as buscas foram intensificadas com o apoio de funcionários da fazenda. As equipes foram divididas em três grupos, cada um liderado por um bombeiro equipado com dispositivos de localização. A operação cobriu uma área de aproximadamente 100 hectares, com cerca de 25 quilômetros percorridos a pé em linha reta.

A estratégia de delimitar uma zona prioritária de busca, com raio de 800 metros ao redor dos vestígios anteriormente encontrados, foi fundamental para o êxito da missão. Após cerca de 24 horas de operação, a vítima foi localizada dentro da área demarcada e resgatada com segurança. Ela foi encaminhada à uma unidade de saúde.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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