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PM apreende cinco motocicletas e prende uma pessoa durante encontro na Rodovia MT-251

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Policiais militares dos Batalhões de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) e Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio) apreenderam, neste domingo (29.12), cinco motocicletas irregulares, durante um encontro de motoqueiros denominados como “rolezeiros”, em um trecho da MT-251, em Cuiabá. Na ação, um homem, de 19 anos, foi preso em flagrante por direção perigosa, falta de habilitação para dirigir veículo e desobediência.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais militares realizavam patrulhamento de rotina pela região, durante deflagração da Operação Tolerância Zero no combate às facções criminosas na Capital, quando foram informados de que havia um grupo de pessoas conduzindo motocicletas em alta velocidade, realizando manobras em zigue-zague na rodovia, sentido ao município de Chapada dos Guimarães.

Após a denúncia, os policiais militares intensificaram o policiamento e flagraram os motoqueiros. Com aproximação das equipes, alguns dos integrantes do grupo saltaram canteiros da rodovia conduzindo na contra mão da pista, abandonaram veículo e correram para uma área de mata.

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Durante abordagem, um homem, de 19 anos, foi preso em flagrante por direção perigosa, falta de habilitação para dirigir veículo e desobediência. As equipes ainda aplicaram 11 Autos de Infração de Trânsito (AITs) e as motocicletas apreendidas foram encaminhadas à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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