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Polícia Civil prende casal em flagrante por tráfico de drogas em Rondonópolis

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A Polícia Civil realizou, nessa quarta-feira (22.1), a prisão em flagrante de um casal, ambos de 23 anos, pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. A ação ocorreu no bairro Alfredo de Castro, em Rondonópolis.

A prisão foi resultado de trabalho investigativo desenvolvido pela Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis no enfrentamento aos crimes patrimoniais e ao tráfico ilícito de entorpecentes.

Após o recebimento de denúncia anônima informando que um casal comercializaria drogas em uma residência da região, os policiais civis iniciaram diligências e monitoramento do endereço indicado.

Durante as investigações, a equipe observou intensa movimentação suspeita no imóvel, compatível com a prática de tráfico de drogas. No decorrer dos levantamentos, foi identificado que os moradores se tratavam de um homem e uma mulher.

Em consulta aos sistemas policiais, constatou-se que os dois já possuíam passagens anteriores por tráfico ilícito de drogas, sendo que o homem já havia sido condenado pelo mesmo crime.

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Ainda durante a checagem de antecedentes, verificou-se que a mulher já havia sido alvo de operação policial deflagrada pela Polícia Civil de Santa Catarina e possuía mandado de prisão em aberto pelo crime de estelionato, expedido pela Vara Regional de Garantias da Comarca da Capital do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).

Nessa quinta-feira (22), com base nas informações obtidas por meio das técnicas de investigação empregadas, os policiais constataram a existência de entorpecentes no local e realizaram a abordagem, efetuando a prisão em flagrante do casal, e o cumprimento do mandado de prisão da mulher.

Durante a ação, foram apreendidas diversas porções de maconha e pasta base de cocaína, além de balança de precisão, rolos de papel filme, caderno com anotações relacionadas à atividade criminosa e dinheiro fracionado em espécie, entre outros materiais utilizados para o tráfico, todo o material ilícito foi apreendido e encaminhado à Politec.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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