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Onze pessoas são presas por embriaguez durante Festival de Inverno em Chapada dos Guimarães

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Onze pessoas foram presas por embriaguez ao volante durante a Operação Lei Seca, realizada na MT-251, entre os dias 26 de julho e 8 de agosto, período do Festival de Inverno realizado em Chapada dos Guimarães (63 km de Cuiabá).

Conforme balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), em cinco edições foram realizados 1.189 testes de alcoolemia, o que geraram 51 infrações por alcoolemia, incluindo as prisões.

Para a coordenadora do GGI, tenente coronel PM Monalisa Furlam, os números do balanço final da operação são promissores e mostram que a população está mudando seu comportamento diante dos perigos de assumir direção de veículo após o consumo de álcool.

“Ao considerar o número de testes aplicados e os números de infrações por alcoolemia é possível perceber que a população está mais consciente e evitando a combinação álcool e direção. Também não houve registro de acidente graves ou com vítimas fatais, o que mostra que nosso objetivo foi alcançado”, destacou.

Ao todo foram expedidos 164 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo 79 por conduzir veículo com a documentação irregular, 32 por conduzir veículo sob efeito de álcool, 12 por não possuir habilitação e oito por recusar o teste de alcoolemia.

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Ao todo, foram fiscalizados 1.159 veículos, sendo 146 autuados e 91 removidos.

A Operação Lei Seca é realizada pelo GGI, vinculado à Secretaria de Segurança Pública (Sesp), com apoio do Batalhão de Trânsito da PM, Delegacia de Delitos de Trânsito, Departamento de Trânsito, Corpo de Bombeiros, Polícia Penal, Politec e Sistema Socioeducativo.

Fonte: Governo MT – MT

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Comitê da Sedec debate plano nacional de fertilizantes e aprova comissão de fertilidade do solo

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O Comitê Gestor de Fertilizantes e Bioinsumos de Mato Grosso, presidido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), realizou, nesta terça-feira (12.5), a 2ª reunião ordinária do grupo. O encontro contou com a apresentação do Plano Nacional de Fertilizantes e com a aprovação da Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Mato Grosso (CFS-MT), formada por representantes técnicos da área.

Durante a reunião, José Carlos Polidoro, responsável pelas ações do Plano Nacional de Fertilizantes junto ao Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert) e representante do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), apresentou a estrutura e os objetivos do plano nacional.

“Quando discutimos e estruturamos uma política nacional de fertilizantes, estamos falando também de segurança nacional e segurança alimentar. Essa é uma pauta que vai além do fortalecimento de uma cadeia produtiva específica, porque impacta diretamente a capacidade do país de manter sua produção de alimentos com estabilidade, competitividade e sustentabilidade”, afirmou Polidoro.

Maior produtor agrícola do país, Mato Grosso demanda grandes volumes de fertilizantes para sustentar sua produção. Nesse contexto, iniciativas voltadas ao fortalecimento técnico e científico da cadeia produtiva são estratégicas para ampliar a eficiência e a sustentabilidade no campo.

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A secretária adjunta de Agronegócio, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa, destacou a importância do debate para o setor agropecuário mato-grossense. “A discussão sobre fertilizantes é estratégica para Mato Grosso e para o Brasil, especialmente diante da força da nossa produção agropecuária. O Plano Nacional de Fertilizantes representa um passo importante para ampliar a segurança e a competitividade do setor. Mato Grosso acompanha esse movimento e busca construir caminhos sustentáveis para garantir mais eficiência, estabilidade e desenvolvimento ao agro brasileiro”, disse.

Durante a reunião, também foi aprovada a criação da Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Mato Grosso (CFS-MT), composta por nomes técnicos indicados pelas instituições participantes. A coordenação ficará a cargo do engenheiro agrônomo e técnico agrícola Milton Moraes.

Entre os objetivos da comissão estão a elaboração e atualização das recomendações oficiais de correção do solo e de adubação; a padronização e atualização dos métodos oficiais de análise de solos, tecido vegetal, corretivos, fertilizantes e outros materiais de interesse agrícola; além da definição de demandas prioritárias de pesquisa em fertilidade do solo e nutrição mineral de plantas para financiamento por instituições de fomento.

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“A aplicação de fertilizantes precisa ser avaliada não apenas do ponto de vista técnico, mas também econômico. Existe um limite em que o aumento da adubação ainda gera ganho de produtividade e retorno ao produtor. Por isso, é fundamental que o manejo seja feito com equilíbrio e planejamento, buscando eficiência no uso dos fertilizantes e maior rentabilidade para o produtor rural”, destacou Milton Moraes.

Fonte: Governo MT – MT

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