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Obras do novo viaduto da Avenida Miguel Sutil avançam para etapa de lançamento de vigas

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As obras de construção do novo viaduto da Avenida Miguel Sutil, em frente à Rua Trigo de Loureiro, seguem avançando. Após a conclusão dos serviços de escavação, o consórcio responsável pela obra prepara o lançamento das vigas que vão sustentar a estrutura da pista no sentido Rodoviária.

Para esta etapa, será necessária a interdição total do trânsito na Avenida Miguel Sutil. A previsão é que os trabalhos ocorram no fim de semana dos dias 13 e 14 de junho, quando serão utilizados guindastes e caminhões de grande porte para posicionar as vigas no local.

A construção deste novo viaduto em frente a Todimo Lar Center vai permitir um acesso direto entre os bairros do Consil e do Araés, além de eliminar conflitos no trânsito e simplificar o acesso entre a Avenida do CPA e a Avenida Miguel Sutil.

Anteriormente, os motoristas que seguiam pela Avenida do CPA em direção ao centro e queriam acessar a Avenida Miguel Sutil em direção ao Coxipó precisavam utilizar o retorno em frente ao Hotel Taiamã. O grande volume de carros ocupava várias faixas da avenida, provocando congestionamentos que se estendiam ao longo da via.

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Com a implantação dos corredores do BRT e a retirada dos retornos existentes no canteiro central, a construção do novo viaduto foi a solução para reorganizar o fluxo viário da região.

Quando a obra estiver concluída, os motoristas que saírem da Avenida do CPA em direção ao Coxipó deverão acessar a alça localizada ao lado da Academia Smart Fit, passar pelo novo túnel sob a Avenida Miguel Sutil e acessar diretamente na pista sentido Coxipó.

A obra no local ainda inclui um pequeno elevado para separar o fluxo entre os veículos que vão seguir pela Miguel Sutil e aqueles que vão descer para a Avenida do CPA próximo à sede da Polícia Federal.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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