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“Mato Grosso entrou para a Série A dos Estados”, afirma governador

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O governador Mauro Mendes afirmou, neste sábado (15.11), que “Mato Grosso entrou para a Série A dos Estados brasileiros” nos últimos anos.

A fala ocorreu na abertura do evento “Políticas Estratégicas para Mato Grosso”, que reuniu mais de 130 prefeitos e centenas de vereadores no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá, e contou com palestra sobre comunicação pública.

Segundo o governador, o estado vive “o melhor momento de sua história”, resultado de um ciclo de grandes investimentos, responsabilidade fiscal e avanços simultâneos em infraestrutura, saúde, educação, social, segurança pública e desenvolvimento regional.

“Há alguns anos, Mato Grosso era Série C. Os fornecedores não queriam nem vender para o Estado, que era mau pagador. Hoje, Mato Grosso é Série A entre os estados. E não é metáfora: no ranking do Tesouro Nacional, somos triple A (AAA). Só dois estados do Brasil têm essa classificação, e um deles é o nosso”, destacou.

Mauro enfatizou o impacto das obras de infraestrutura ao lembrar que, até o fim do mandato, o estado terá entregado mais de 7 mil km de rodovias asfaltadas.

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“Quando assumimos a gestão, em 2019, Mato Grosso tinha 6.400 km de rodovias com asfalto. Em oito anos, faremos mais de 7 mil km. Isso muda a vida de quem mora no interior, melhora o transporte escolar, barateia o custo do agro e fortalece a economia dos municípios”, pontuou.

Mauro Mendes ressaltou que a entrada de Mato Grosso na “Série A dos Estados” é resultado direto de trabalho sério focado em eficiência, que contou com a ajuda de todos os servidores públicos, dos parceiros da Assembleia Legislativa, dos setores produtivos e da população.

“Estamos construindo seis grandes hospitais ao mesmo tempo: o Hospital Central e o Júlio Müller, em Cuiabá, e os regionais de Alta Floresta, Tangará da Serra, Juína e Confresa. Vamos entregar este ano mais de 130 km de duplicação da BR-163. Estadualizamos a BR-174, que agora é MT-170 e aquele problema de décadas foi resolvido”, citou.

Outra ação mencionada pelo governador foi o investimento recorde em repasses extras às prefeituras, voltados a obras dentro de cada município, como asfalto urbano, drenagem e construção de calçadas e praças.

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“Foram mais de R$ 5 bilhões em convênios firmadas. Quando eu fui prefeito de Cuiabá, o estado fez apenas um convênio de R$ 8 milhões, e só pagou R$ 4 milhões. E hoje, o menor município de Mato Grosso, que é Araguainha, já recebeu mais de R$ 20 milhões em convênios”, relatou.

Também participaram do evento: o vice-governador Otaviano Pivetta; os senadores Jayme Campos e Margareth Buzetti; o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi; os deputados estaduais Paulo Araújo, Beto Dois a Um, Nininho, Dilmar Dal Bosco, Julio Campos e Chico Guarnieri; além de secretários de Estado e presidentes de autarquias e órgãos públicos.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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