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Câmeras de reconhecimento facial do Vigia Mais MT auxiliam em 10 prisões em Chapada dos Guimarães

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A tecnológica de reconhecimento facial do programa Vigia Mais MT, da Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso, empregada como parte da operação de segurança realizada em Chapada dos Guimarães (a 65 km de Cuiabá) durante as festividades de final de ano, auxiliou na localização e prisão de 10 pessoas com mandados de prisão em abertos.

De acordo com o balanço do 1º Comando Regional da Polícia Militar, divulgado nesta quarta-feira (02.01), as 10 prisões foram feitas entre os dias 27 e 31 de dezembro. Todas são de pessoas do sexo masculino, com idade entre 30 e 45 anos.

Dos mandados cumpridos, três pessoas tinham prisão decretada por dívida com pensão alimentícia. As outras sete pessoas tinham mandados por crimes de homicídio, tráfico de droga, roubo, furto, falsificação de papel moeda, furto associado à falsificação de identidade e embriaguez ao volante associada à ofensa física.

De acordo com a comandante da Companhia de Polícia Militar de Chapada dos Guimarães, tenente-coronel Valéria Fleck, a câmera com reconhecimento facial foi instalada de forma estratégica, na entrada do local de shows. Ao capturar a imagem e apontar a suspeita da existência de mandado de prisão, a informação foi enviada automaticamente ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) de Cuiabá, dando início, assim, aos procedimentos de checagem para confirmação e prisão dos suspeitos.

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A checagem ocorreu em duas etapas, antes da aproximação e abordagem dos policiais ao suspeito. Além de confirmar e validar a identidade, como o nome, a data de nascimento, a paternidade, entre outros dados, consulta-se o Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP). Somente após a adoção dessas medidas as equipes locais realizaram a prisão.

Das 10 prisões, três ocorreram na noite de 27, uma na noite do dia 28, duas na noite de 29, uma na noite do dia 30 e três no réveillon. Todos os presos foram entregues à Delegacia da Polícia Judiciária Civil para outros procedimentos legais.

Tranquilidade

Durante as festividades de final de ano, as equipes da companhia local de Polícia Militar, com reforço de policiais dos Batalhões Rotam, Ambiental e 24ºBPM, Força Tática e Ciopaer, garantiram a tranquilidade àqueles que escolheram Chapada dos Guimarães para descansar ou assistir aos shows do “Réveillon nas Alturas”.

Na noite do dia 27, uma equipe da Rotam prendeu em flagrante um homem que tentava furtar uma caminhonete Hilux. O homem, com passagens criminais por homicídio, roubo, furto e receptação, seria integrante de uma facção especializada em furto e roubo de veículos. As investigações prosseguem na Polícia Civil.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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