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Inscrições do seletivo para o 7º Curso de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais encerram nesta sexta-feira (9)

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Termina nesta sexta-feira (9.5) o prazo de inscrições para o 7º Curso de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (7º CPCIF). O objetivo do curso é capacitar os combatentes para atuarem no enfrentamento dos incêndios florestais e queimadas ilegais em Mato Grosso. Os militares interessados podem se inscrever através do link.

De acordo com o coordenador do 7º CPCIF, capitão BM Isaac Yoshitake Wihby, o curso busca associar a rusticidade exigida no campo às tecnologias que o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) dispõe, proporcionando melhor desempenho durante o atendimento das ocorrências.

Neste 7º CPCIF estão disponíveis 44 vagas, conforme distribuição prevista no edital do curso. A seleção dos candidatos será realizada em duas etapas, sendo o Teste de Aptidão Física (TAF) e o Teste de Aptidão Física Específica (TAE). Durante o TAE os candidatos serão submetidos a provas como corrida de 8 km, shuttle run de velocidade, subida em cabo vertical de 6 metros e uma marcha final de 5 km com mochila costal de 20 kg.

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De acordo com o edital, a sétima edição do curso tem o início previsto para o dia 7 de julho e término em 30 de agosto, e será realizado nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, parte das instruções ocorrerão em diferentes municípios do estado para abranger os três biomas presentes em Mato Grosso: Cerrado, Amazônia e Pantanal.

A grade curricular abrange desde fundamentos teóricos sobre incêndios florestais até disciplinas práticas como operações aéreas e atuação em áreas remotas. Além disso, temas como legislação ambiental, logística de operações e aplicação de tecnologias no combate ao fogo também complementarão a formação dos bombeiros.

Confira o edital completo aqui.

Faça sua inscrição aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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